Transtorno de Personalidade - sospsiquiatria.com SOS Psiquiatria - Médicos Psiquiatras, Especialistas em Eletroconvulsoterapia e Saúde Mental - Agendar Consulta https://www.sospsiquiatria.com/transtornos-de-personalidade/2-uncategorised.feed 2025-02-25T14:54:19-03:00 Equipe SOSPSIQUIATRIA contato@sospsiquiatria.com Joomla! - Open Source Content Management - Version 3.6.5 Artigos 2017-08-04T23:44:56-03:00 2017-08-04T23:44:56-03:00 https://www.sospsiquiatria.com/artigos-e-noticias.html Aleksander aleksander@agenciadigital.org [widgetkit id="2" name="Blog"] [widgetkit id="2" name="Blog"] Clínica de ECT 2013-03-09T13:09:28-03:00 2013-03-09T13:09:28-03:00 https://www.sospsiquiatria.com/o-que-e-ect/clinica-de-ect.html Dr. Rafael Bernardon dr.rafael@sospsiquiatria.com <p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Psiquiatria Intervencionista</strong></span></p> <p class="uk-text-justify">Oferecemos atendimento em eletroconvulsoterapia (ECT), uma forma potente e eficiente de estimula&ccedil;&atilde;o cerebral, para pacientes de conv&ecirc;nios e particulares. Pessoas que necessitem de uma avalia&ccedil;&atilde;o e orienta&ccedil;&otilde;es sobre este tratamento podem procurar nossa equipe, composta pelos Drs. Rafael Bernardon, Geraldo Machado Netto, Luiz Felipe Rigonatti e D&eacute;bora Melzer (Psiquiatras).</p> <p class="uk-text-justify">Temos como diferencial a realiza&ccedil;&atilde;o do procedimento em ambiente hospitalar, com toda a infraestrutura e seguran&ccedil;a, que garantem tranquilidade aos pacientes e familiares. O atendimento &eacute; personalizado, respeitando as particularidades de cada um. Temos rotina de procedimentos em tr&ecirc;s locais:</p> <ul> <li class="uk-text-justify">Hospital SP PLUS, unidade da &nbsp;SPDM, a mantenedora do Hospital S&atilde;o Paulo, hospital-escola da UNIFESP/Escola Paulista de Medicina. Localizado na rua. Borges Lagoa, 777 (somente particulares);&nbsp;</li> <li>SAHA Fleury, localizado na rua Maestro Cardrim, 407, Bela Vista, S&atilde;o Paulo - SP (conv&ecirc;nios).</li> <li>Hospital Israelita Albert Einstein Morumbi:&nbsp;Procedimento realizado no setor de interven&ccedil;&atilde;o - Bloco B, 4o andar</li> </ul> <p>Temos disponibilidade de prestar atendimento no S&iacute;rio Liban&ecirc;s, de acordo com as necessidades dos colegas m&eacute;dicos e de seus pacientes. Seguimos todas as normas t&eacute;cnicas do Conselho Federal de Medicina e guidelines da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Psiquiatria e Associa&ccedil;&atilde;o Psiqui&aacute;trica Americana. O procedimento &eacute; indolor, sob anestesia geral, acompanhado de m&eacute;dico psiquiatra, m&eacute;dico anestesiologista e equipe de enfermagem.</p> <h2>Agendamentos de consulta e d&uacute;vidas:</h2> <p>Telefones (11) 2597-1779 e 11 94089-1694</p> <p>E-mail: contato@sospsiquiatria.com</p> <h2>Conv&ecirc;nios:</h2> <p>Planos de Sa&uacute;de atendidos no Hospital SAHA (somente o procedimento de ECT - mediante autoriza&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via da operadora): AMAFRESP, SA&Uacute;DE CAIXA, CASSI e BRADESCO SA&Uacute;DE, outras operadoras devem ser consultadas.</p> <h2>Possu&iacute;mos os dois equipamentos mais modernos e utilizados no mundo, que permitem o uso de pulso ultrabreve, com menores efeitos negativos sobre a mem&oacute;ria:</h2> <p>1. Mecta SpECTrum 5000Q , como o do CAISM da Santa Casa de S&atilde;o Paulo e do Instituto de Psiquiatria do HC FMUSP.</p> <p><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/5000q.jpg" alt="" width="536" height="274" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" border="0" /></p> <p>2. Thymatron System IV, da Somatics:</p> <p><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/thymaton_system_4-lg.gif" alt="" width="395" height="255" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" border="0" /></p> <h2>Estrutura F&iacute;sica para realiza&ccedil;&atilde;o do Procedimento ambulatorial: Hospital SAHA.</h2> <p><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/Fotos_quem_somos/Todos_SOS_Business_Tower_close_com_Business_menor.jpg" alt="Todos SOS Business Tower close com Business menor" width="725" height="452" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p> <p>&nbsp; &nbsp;&nbsp; &nbsp; <img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/Fotos_quem_somos/Rafael_e_Luiz_-_porta_CC.jpg" alt="Dr. Rafael Bernardon e Dr. Luiz Rigonatti " width="276" height="334" style="margin-top: 1px; vertical-align: middle;" />&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp; <img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/Fotos_quem_somos/Sala_CC.jpg" alt="Sala CC" width="423" height="335" style="vertical-align: middle;" /></p> <p class="uk-text-justify">&nbsp;</p> <p class="uk-text-bold">&nbsp;</p> <p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Psiquiatria Intervencionista</strong></span></p> <p class="uk-text-justify">Oferecemos atendimento em eletroconvulsoterapia (ECT), uma forma potente e eficiente de estimula&ccedil;&atilde;o cerebral, para pacientes de conv&ecirc;nios e particulares. Pessoas que necessitem de uma avalia&ccedil;&atilde;o e orienta&ccedil;&otilde;es sobre este tratamento podem procurar nossa equipe, composta pelos Drs. Rafael Bernardon, Geraldo Machado Netto, Luiz Felipe Rigonatti e D&eacute;bora Melzer (Psiquiatras).</p> <p class="uk-text-justify">Temos como diferencial a realiza&ccedil;&atilde;o do procedimento em ambiente hospitalar, com toda a infraestrutura e seguran&ccedil;a, que garantem tranquilidade aos pacientes e familiares. O atendimento &eacute; personalizado, respeitando as particularidades de cada um. Temos rotina de procedimentos em tr&ecirc;s locais:</p> <ul> <li class="uk-text-justify">Hospital SP PLUS, unidade da &nbsp;SPDM, a mantenedora do Hospital S&atilde;o Paulo, hospital-escola da UNIFESP/Escola Paulista de Medicina. Localizado na rua. Borges Lagoa, 777 (somente particulares);&nbsp;</li> <li>SAHA Fleury, localizado na rua Maestro Cardrim, 407, Bela Vista, S&atilde;o Paulo - SP (conv&ecirc;nios).</li> <li>Hospital Israelita Albert Einstein Morumbi:&nbsp;Procedimento realizado no setor de interven&ccedil;&atilde;o - Bloco B, 4o andar</li> </ul> <p>Temos disponibilidade de prestar atendimento no S&iacute;rio Liban&ecirc;s, de acordo com as necessidades dos colegas m&eacute;dicos e de seus pacientes. Seguimos todas as normas t&eacute;cnicas do Conselho Federal de Medicina e guidelines da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Psiquiatria e Associa&ccedil;&atilde;o Psiqui&aacute;trica Americana. O procedimento &eacute; indolor, sob anestesia geral, acompanhado de m&eacute;dico psiquiatra, m&eacute;dico anestesiologista e equipe de enfermagem.</p> <h2>Agendamentos de consulta e d&uacute;vidas:</h2> <p>Telefones (11) 2597-1779 e 11 94089-1694</p> <p>E-mail: contato@sospsiquiatria.com</p> <h2>Conv&ecirc;nios:</h2> <p>Planos de Sa&uacute;de atendidos no Hospital SAHA (somente o procedimento de ECT - mediante autoriza&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via da operadora): AMAFRESP, SA&Uacute;DE CAIXA, CASSI e BRADESCO SA&Uacute;DE, outras operadoras devem ser consultadas.</p> <h2>Possu&iacute;mos os dois equipamentos mais modernos e utilizados no mundo, que permitem o uso de pulso ultrabreve, com menores efeitos negativos sobre a mem&oacute;ria:</h2> <p>1. Mecta SpECTrum 5000Q , como o do CAISM da Santa Casa de S&atilde;o Paulo e do Instituto de Psiquiatria do HC FMUSP.</p> <p><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/5000q.jpg" alt="" width="536" height="274" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" border="0" /></p> <p>2. Thymatron System IV, da Somatics:</p> <p><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/thymaton_system_4-lg.gif" alt="" width="395" height="255" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" border="0" /></p> <h2>Estrutura F&iacute;sica para realiza&ccedil;&atilde;o do Procedimento ambulatorial: Hospital SAHA.</h2> <p><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/Fotos_quem_somos/Todos_SOS_Business_Tower_close_com_Business_menor.jpg" alt="Todos SOS Business Tower close com Business menor" width="725" height="452" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p> <p>&nbsp; &nbsp;&nbsp; &nbsp; <img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/Fotos_quem_somos/Rafael_e_Luiz_-_porta_CC.jpg" alt="Dr. Rafael Bernardon e Dr. Luiz Rigonatti " width="276" height="334" style="margin-top: 1px; vertical-align: middle;" />&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp; <img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/Fotos_quem_somos/Sala_CC.jpg" alt="Sala CC" width="423" height="335" style="vertical-align: middle;" /></p> <p class="uk-text-justify">&nbsp;</p> <p class="uk-text-bold">&nbsp;</p> Estimulação Transcraniana com Corrente Contínua - tDCS / ETCC 2013-03-09T13:09:28-03:00 2013-03-09T13:09:28-03:00 https://www.sospsiquiatria.com/estimulacao-transcraniana.html Dr. Rafael Bernardon dr.rafael@sospsiquiatria.com <h2>O que &eacute; e para que serve a estimula&ccedil;&atilde;o el&eacute;trica transcraniana por corrente cont&iacute;nua (tDCS / ETCC)?</h2> <p class="uk-text-justify">&Eacute; uma t&eacute;cnica de estimula&ccedil;&atilde;o cerebral n&atilde;o-invasiva baseada na aplica&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica de corrente el&eacute;trica cont&iacute;nua de baixa amperagem (1 a 3 mA), de forma a estimular ou inibir determinada regi&atilde;o cerebral. Tem vantagens como facilidade na aplica&ccedil;&atilde;o, pouco ou nenhum efeito colateral e portabilidade do aparelho. Para que se tenha uma ideia da intensidade, basta lembrar que o aparelho &eacute; alimentado por bateria de 9 volts e possui circuitos de seguran&ccedil;a que garantem que a corrente n&atilde;o exceda os limites programados.</p> <p>A populariza&ccedil;&atilde;o se deu a partir dos anos 2000, com s&eacute;rie de estudos para tratamento da depress&atilde;o, incluindo alguns nacionais, com par&acirc;metros que se aproximaram mais dos utilizados atualmente, como corrente de 1mA e estimula&ccedil;&atilde;o mais prolongada (Nitsche &amp; Paulus, 2000) (Nitsche &amp; Paulus, 2000).A maior parte dos protocolos atualmente utiliza 2 mA. H&aacute; diversos estudos nacionais e internacionais sobre o tema, especialmente no tratamento da depress&atilde;o e na reabilita&ccedil;&atilde;o neurol&oacute;gica (fala, motora e cognitiva ap&oacute;s AVC/"derrame").</p> <p>A t&eacute;cnica &eacute; focal, atingindo &aacute;rea determinada. Sendo um est&iacute;mulo por corrente cont&iacute;nua, h&aacute; um <strong><span style="color: #ff0000;">polo positivo +</span></strong> e <strong>outro negativo -</strong>.&nbsp;A corrente n&atilde;o &eacute; suficiente para desencadear potencial de a&ccedil;&atilde;o.&nbsp;O tratamento modula a atividade neuronal, tornando o disparo mais prov&aacute;vel (efeito <strong><span style="color: #ff0000;">estimulante no &acirc;nodo ou polo positivo +</span></strong> ) ou menos prov&aacute;vel (efeito i<strong>nibit&oacute;rio no c&aacute;todo ou negativo -</strong>).</p> <h2><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/Imagem1.png" alt="Imagem1" width="377" height="400" style="vertical-align: middle; margin: 15px;" /><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/Imagem2.png" alt="Imagem2" width="407" height="226" style="margin: 15px; vertical-align: middle;" /><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/Imagem3.png" alt="Imagem3" width="216" height="175" style="vertical-align: middle; margin: 15px;" /></h2> <p style="text-align: justify;">fonte:&nbsp;Philip et al, American Journal of Psychiatry February 2017</p> <h2>Para que serve, quais os usos poss&iacute;veis?</h2> <p>A t&eacute;cnica se popularizou, tem sido empregada em diferentes cen&aacute;rios. H&aacute; usos com maior evid&ecirc;ncia, e h&aacute; usos experimentais, ainda em fase de pesquisa.&nbsp;Usos m&eacute;dicos em neuropsiquiatria: depress&atilde;o; recupera&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-AVC (motora, fala), dores cr&ocirc;nicas (incluindo fibromialgia, dores de origem central, dores neurop&aacute;ticas, dor de membro fantasma), esquizofrenia (montagens para alucina&ccedil;&otilde;es auditivas e para cogni&ccedil;&atilde;o/sintomas negativos), zumbido.<br />Usos m&eacute;dicos poss&iacute;veis: fissura na depend&ecirc;ncia e impulsividade (por exemplo, drogas/&aacute;lcool/tabagismo), enxaqueca, transtorno obsessivo compulsivo, d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o,.</p> <p>Uso n&atilde;o m&eacute;dico, ainda em estudo: melhora do desempenho cognitivo e de mem&oacute;ria e aten&ccedil;&atilde;o &ndash; estudantes, &rdquo;concurseiros&rdquo;, vestibulandos, gamers, militares.</p> <h2>O equipamento Neurostim - Medsupply by Meditron</h2> <p>&nbsp;Equipamento nacional, desenvolvido em parceria pelo Dr. Rafael Bernardon e a MedSupply, uma empresa do grupo Meditron, tradicional no mercado de equipamentos eletrom&eacute;dicos. O equipamento &eacute; nacional, com registro na ANVISA. &Eacute; port&aacute;til e de f&aacute;cil opera&ccedil;&atilde;o, sendo acess&iacute;vel a profissionais de sa&uacute;de e pacientes, que podem fazer uso dom&eacute;stico sob prescri&ccedil;&atilde;o e supervis&atilde;o.</p> <p>&nbsp;<img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/novo_tdcs_neurostim.png" alt="novo tdcs neurostim" width="376" height="504" /><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/subida.jpeg" alt="subida" width="261" height="196" /><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/inicio.jpeg" alt="inicio" width="262" height="196" /><br style="clear: none;" />A opera&ccedil;&atilde;o &eacute; bastante simples. H&aacute; duas vers&otilde;es de equipamento: vers&atilde;o standard/b&aacute;sica e a vers&atilde;o profissional. A principal diferen&ccedil;a &eacute; que o profissional possui modo sham/placebo, e &eacute; capaz de estimular at&eacute; 3mA (a vers&atilde;o standard estimula no m&aacute;ximo a 2 mA). Mais informa&ccedil;&otilde;es em <a href="http://www.neurostim.com.br">www.neurostim.com.br</a>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> <p><span style="color: #2a2a2a; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 24px; text-align: justify;">Agendamentos de consulta e d&uacute;vidas:</span></p> <p>Telefones (11) 2597-1779 e (11) 2122-4095</p> <p>E-mail para consultas m&eacute;dicas: <a href="mailto:contato@sospsiquiatria.com">contato@sospsiquiatria.com</a></p> <p>Contato t&eacute;cnico do aparelho: <a href="mailto:contato@neurostim.com.br">contato@neurostim.com.br</a>&nbsp;</p> <h2>O que &eacute; e para que serve a estimula&ccedil;&atilde;o el&eacute;trica transcraniana por corrente cont&iacute;nua (tDCS / ETCC)?</h2> <p class="uk-text-justify">&Eacute; uma t&eacute;cnica de estimula&ccedil;&atilde;o cerebral n&atilde;o-invasiva baseada na aplica&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica de corrente el&eacute;trica cont&iacute;nua de baixa amperagem (1 a 3 mA), de forma a estimular ou inibir determinada regi&atilde;o cerebral. Tem vantagens como facilidade na aplica&ccedil;&atilde;o, pouco ou nenhum efeito colateral e portabilidade do aparelho. Para que se tenha uma ideia da intensidade, basta lembrar que o aparelho &eacute; alimentado por bateria de 9 volts e possui circuitos de seguran&ccedil;a que garantem que a corrente n&atilde;o exceda os limites programados.</p> <p>A populariza&ccedil;&atilde;o se deu a partir dos anos 2000, com s&eacute;rie de estudos para tratamento da depress&atilde;o, incluindo alguns nacionais, com par&acirc;metros que se aproximaram mais dos utilizados atualmente, como corrente de 1mA e estimula&ccedil;&atilde;o mais prolongada (Nitsche &amp; Paulus, 2000) (Nitsche &amp; Paulus, 2000).A maior parte dos protocolos atualmente utiliza 2 mA. H&aacute; diversos estudos nacionais e internacionais sobre o tema, especialmente no tratamento da depress&atilde;o e na reabilita&ccedil;&atilde;o neurol&oacute;gica (fala, motora e cognitiva ap&oacute;s AVC/"derrame").</p> <p>A t&eacute;cnica &eacute; focal, atingindo &aacute;rea determinada. Sendo um est&iacute;mulo por corrente cont&iacute;nua, h&aacute; um <strong><span style="color: #ff0000;">polo positivo +</span></strong> e <strong>outro negativo -</strong>.&nbsp;A corrente n&atilde;o &eacute; suficiente para desencadear potencial de a&ccedil;&atilde;o.&nbsp;O tratamento modula a atividade neuronal, tornando o disparo mais prov&aacute;vel (efeito <strong><span style="color: #ff0000;">estimulante no &acirc;nodo ou polo positivo +</span></strong> ) ou menos prov&aacute;vel (efeito i<strong>nibit&oacute;rio no c&aacute;todo ou negativo -</strong>).</p> <h2><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/Imagem1.png" alt="Imagem1" width="377" height="400" style="vertical-align: middle; margin: 15px;" /><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/Imagem2.png" alt="Imagem2" width="407" height="226" style="margin: 15px; vertical-align: middle;" /><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/Imagem3.png" alt="Imagem3" width="216" height="175" style="vertical-align: middle; margin: 15px;" /></h2> <p style="text-align: justify;">fonte:&nbsp;Philip et al, American Journal of Psychiatry February 2017</p> <h2>Para que serve, quais os usos poss&iacute;veis?</h2> <p>A t&eacute;cnica se popularizou, tem sido empregada em diferentes cen&aacute;rios. H&aacute; usos com maior evid&ecirc;ncia, e h&aacute; usos experimentais, ainda em fase de pesquisa.&nbsp;Usos m&eacute;dicos em neuropsiquiatria: depress&atilde;o; recupera&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-AVC (motora, fala), dores cr&ocirc;nicas (incluindo fibromialgia, dores de origem central, dores neurop&aacute;ticas, dor de membro fantasma), esquizofrenia (montagens para alucina&ccedil;&otilde;es auditivas e para cogni&ccedil;&atilde;o/sintomas negativos), zumbido.<br />Usos m&eacute;dicos poss&iacute;veis: fissura na depend&ecirc;ncia e impulsividade (por exemplo, drogas/&aacute;lcool/tabagismo), enxaqueca, transtorno obsessivo compulsivo, d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o,.</p> <p>Uso n&atilde;o m&eacute;dico, ainda em estudo: melhora do desempenho cognitivo e de mem&oacute;ria e aten&ccedil;&atilde;o &ndash; estudantes, &rdquo;concurseiros&rdquo;, vestibulandos, gamers, militares.</p> <h2>O equipamento Neurostim - Medsupply by Meditron</h2> <p>&nbsp;Equipamento nacional, desenvolvido em parceria pelo Dr. Rafael Bernardon e a MedSupply, uma empresa do grupo Meditron, tradicional no mercado de equipamentos eletrom&eacute;dicos. O equipamento &eacute; nacional, com registro na ANVISA. &Eacute; port&aacute;til e de f&aacute;cil opera&ccedil;&atilde;o, sendo acess&iacute;vel a profissionais de sa&uacute;de e pacientes, que podem fazer uso dom&eacute;stico sob prescri&ccedil;&atilde;o e supervis&atilde;o.</p> <p>&nbsp;<img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/novo_tdcs_neurostim.png" alt="novo tdcs neurostim" width="376" height="504" /><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/subida.jpeg" alt="subida" width="261" height="196" /><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/inicio.jpeg" alt="inicio" width="262" height="196" /><br style="clear: none;" />A opera&ccedil;&atilde;o &eacute; bastante simples. H&aacute; duas vers&otilde;es de equipamento: vers&atilde;o standard/b&aacute;sica e a vers&atilde;o profissional. A principal diferen&ccedil;a &eacute; que o profissional possui modo sham/placebo, e &eacute; capaz de estimular at&eacute; 3mA (a vers&atilde;o standard estimula no m&aacute;ximo a 2 mA). Mais informa&ccedil;&otilde;es em <a href="http://www.neurostim.com.br">www.neurostim.com.br</a>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> <p><span style="color: #2a2a2a; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 24px; text-align: justify;">Agendamentos de consulta e d&uacute;vidas:</span></p> <p>Telefones (11) 2597-1779 e (11) 2122-4095</p> <p>E-mail para consultas m&eacute;dicas: <a href="mailto:contato@sospsiquiatria.com">contato@sospsiquiatria.com</a></p> <p>Contato t&eacute;cnico do aparelho: <a href="mailto:contato@neurostim.com.br">contato@neurostim.com.br</a>&nbsp;</p> Esquizofrenia 2009-05-01T12:42:05-03:00 2009-05-01T12:42:05-03:00 https://www.sospsiquiatria.com/tratamentos/sos-esquizofrenia.html Dr. Rafael Bernardon dr.rafael@sospsiquiatria.com <p>A esquizofrenia &eacute; uma doen&ccedil;a psiqui&aacute;trica do grupo das psicoses. Trata-se de um grave problema mental, causador de imensos impactos na pessoa, fam&iacute;lia e sociedade.</p> <h2>&Eacute; caracterizada por sintomas ditos:</h2> <ul style="list-style-type: circle;"> <li>positivos, como alucina&ccedil;&otilde;es (ouvir "vozes" e outros sons, ver vultos ou pessoas, &agrave;s vezes a sensa&ccedil;&atilde;o pode at&eacute; ser t&aacute;til, sempre sem o est&iacute;mulo correspondente), del&iacute;rios (fortes convic&ccedil;&otilde;es, como estar sendo perseguido, envenenado, ou haver um compl&ocirc; contra si, dissociado da realidade e n&atilde;o pass&iacute;vel de ser desconstru&iacute;do pela l&oacute;gica dos fatos), comportamentos desorganizados e at&eacute; bizarros e discurso incoerente;</li> <li>negativos, como isolamento social, altera&ccedil;&otilde;es no afeto (embotamento / distanciamento), apatia, perdas cognitivas, comprometimento da vontade e da personalidade pr&eacute;via.</li> </ul> <p>Explicando melhor, as alucina&ccedil;&otilde;es s&atilde;o altera&ccedil;&otilde;es da percep&ccedil;&atilde;o, como se o c&eacute;rebro criasse percep&ccedil;&otilde;es (sons, vozes, aromas, sensa&ccedil;&otilde;es t&aacute;cteis, etc) sem o respectivo est&iacute;mulo. <span class="uk-text-bold">No entanto, para o paciente, s&atilde;o reais, s&atilde;o percebidas como se de fato existissem</span>. J&aacute; os del&iacute;rios s&atilde;o altera&ccedil;&otilde;es do pensamento e do ju&iacute;zo de realidade em que o doente passa a acreditar em fatos n&atilde;o ocorridos, como persegui&ccedil;&otilde;es, compl&ocirc;s ou del&iacute;rios de grandeza (exemplo: acreditar ser Jesus, ter poderes de vid&ecirc;ncia, estar perseguido pela pol&iacute;cia ou bandidos, ser observado, ser objeto de desejo de algu&eacute;m famosos).</p> <p>Esta doen&ccedil;a afeta cerca de 1% da popula&ccedil;&atilde;o e tem fortes evid&ecirc;ncias de causas gen&eacute;ticas. No entanto a doen&ccedil;a &eacute; multifatorial e o ambiente funciona como desencadeante para aqueles que j&aacute; t&ecirc;m predisposi&ccedil;&atilde;o (como uso de maconha em alguns casos). &Eacute; um processo que geralmente leva a decl&iacute;nio social, funcional, afetivo, cognitivo e altera&ccedil;&otilde;es no funcionamento da personalidade que ser&atilde;o permanentes.</p> <p>Existem alguns subtipos de esquizofrenia (paran&oacute;ide, hebefr&ecirc;nica, simples, catat&ocirc;nica, etc), dentro do espectro da doen&ccedil;a, que n&atilde;o t&ecirc;m todos os sintomas.O in&iacute;cio da doen&ccedil;a pode ser s&uacute;bito, com um surto psic&oacute;tico (del&iacute;rios, alucina&ccedil;&otilde;es, agita&ccedil;&atilde;o) ou insidioso, lento. Neste &uacute;ltimo caso, &eacute; o que chamamos de pr&oacute;dromo: altera&ccedil;&otilde;es de comportamento que v&atilde;o de comportamentos desorganizados, isolamento social, estranhamentos consigo mesmo, com o ambiente e as pessoas at&eacute; sintomas que podem mimetizar uma depress&atilde;o ou um transtorno obsessivo.</p> <p>O esquizofr&ecirc;nico, antes de qualquer outra coisa &eacute; um ser humano. Sente as coisas como todos n&oacute;s &ndash; e adoece como n&oacute;s. Tamb&eacute;m tem diabetes, hipertens&atilde;o, depress&atilde;o, apendicite e tantas outras condi&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas. Nas crises, quando est&aacute; psic&oacute;tico geralmente sente medo, pavor, ang&uacute;stia e desconforto.</p> <p>O m&eacute;dico faz o diagn&oacute;stico atrav&eacute;s do exame cl&iacute;nico. O diagn&oacute;stico &eacute; feito atrav&eacute;s da consulta psiqui&aacute;trica e exame ps&iacute;quico. <span class="uk-text-bold">N&atilde;o existe um exame de imagem ou de sangue que fa&ccedil;a o diagn&oacute;stico</span>. N&atilde;o temos ainda este tipo de marcador. Seguimos crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos, geralmente da Classifica&ccedil;&atilde;o Internacional das Doen&ccedil;as em sua 10&ordf; edi&ccedil;&atilde;o, a CID 10. O tratamento precoce e terapias associadas s&atilde;o fundamentais na reabilita&ccedil;&atilde;o e inclus&atilde;o!</p> <h2>O que pode levar uma pessoa a apresentar esquizofrenia?</h2> <p>A causa prim&aacute;ria &eacute; gen&eacute;tica, biol&oacute;gica, heredit&aacute;ria. Depois v&ecirc;m os estressores ambientais, que servem como desencadeantes (como uso de <span class="uk-text-bold">cannabis</span> em adolescentes).</p> <h2>Quais os tratamentos usados para tratar um esquizofr&ecirc;nico?</h2> <h3>Os tratamentos dividem-se em:</h3> <p>1. Terapias &ndash; individual, em grupo, terapia ocupacional, hospital dia, etc</p> <p>2. Tratamentos Biol&oacute;gicos:</p> <p>Medicamentoso &ndash; com medicamentos antipsic&oacute;ticos.</p> <p>Eletroconvulsoterapia (ECT), em casos refrat&aacute;rios e de dif&iacute;cil controle.</p> <p>Os dois se completam. <span class="uk-text-bold">Modernamente, n&atilde;o se admite n&atilde;o usar medicamentos. </span></p> <p>Outros Transtornos Psic&oacute;ticos Transtorno esquizofreniforme: epis&oacute;dio psic&oacute;tico curto, de 1 a 6 meses em sujeito previamente saud&aacute;vel. N&atilde;o h&aacute; sinais pr&eacute;vios de doen&ccedil;a e geralmente n&atilde;o h&aacute; sintomas negativos e comprometimento permanente no funcionamento. Por defini&ccedil;&atilde;o, h&aacute; recupera&ccedil;&atilde;o em at&eacute; 6 meses.</p> <p>Depress&atilde;o ou Mania Psic&oacute;tica: quando, em vig&ecirc;ncia de depress&atilde;o ou mania (euforia), o doente apresenta alucina&ccedil;&otilde;es e del&iacute;rios</p> <p>Transtorno esquizoafetivo: em poucas palavras e simplificando, &eacute; uma mistura de transtorno afetivo bipolar e esquizofrenia. O paciente &eacute; psic&oacute;tico e tem fases de depress&atilde;o e fases de euforia (mania).</p> <p>A esquizofrenia &eacute; uma doen&ccedil;a psiqui&aacute;trica do grupo das psicoses. Trata-se de um grave problema mental, causador de imensos impactos na pessoa, fam&iacute;lia e sociedade.</p> <h2>&Eacute; caracterizada por sintomas ditos:</h2> <ul style="list-style-type: circle;"> <li>positivos, como alucina&ccedil;&otilde;es (ouvir "vozes" e outros sons, ver vultos ou pessoas, &agrave;s vezes a sensa&ccedil;&atilde;o pode at&eacute; ser t&aacute;til, sempre sem o est&iacute;mulo correspondente), del&iacute;rios (fortes convic&ccedil;&otilde;es, como estar sendo perseguido, envenenado, ou haver um compl&ocirc; contra si, dissociado da realidade e n&atilde;o pass&iacute;vel de ser desconstru&iacute;do pela l&oacute;gica dos fatos), comportamentos desorganizados e at&eacute; bizarros e discurso incoerente;</li> <li>negativos, como isolamento social, altera&ccedil;&otilde;es no afeto (embotamento / distanciamento), apatia, perdas cognitivas, comprometimento da vontade e da personalidade pr&eacute;via.</li> </ul> <p>Explicando melhor, as alucina&ccedil;&otilde;es s&atilde;o altera&ccedil;&otilde;es da percep&ccedil;&atilde;o, como se o c&eacute;rebro criasse percep&ccedil;&otilde;es (sons, vozes, aromas, sensa&ccedil;&otilde;es t&aacute;cteis, etc) sem o respectivo est&iacute;mulo. <span class="uk-text-bold">No entanto, para o paciente, s&atilde;o reais, s&atilde;o percebidas como se de fato existissem</span>. J&aacute; os del&iacute;rios s&atilde;o altera&ccedil;&otilde;es do pensamento e do ju&iacute;zo de realidade em que o doente passa a acreditar em fatos n&atilde;o ocorridos, como persegui&ccedil;&otilde;es, compl&ocirc;s ou del&iacute;rios de grandeza (exemplo: acreditar ser Jesus, ter poderes de vid&ecirc;ncia, estar perseguido pela pol&iacute;cia ou bandidos, ser observado, ser objeto de desejo de algu&eacute;m famosos).</p> <p>Esta doen&ccedil;a afeta cerca de 1% da popula&ccedil;&atilde;o e tem fortes evid&ecirc;ncias de causas gen&eacute;ticas. No entanto a doen&ccedil;a &eacute; multifatorial e o ambiente funciona como desencadeante para aqueles que j&aacute; t&ecirc;m predisposi&ccedil;&atilde;o (como uso de maconha em alguns casos). &Eacute; um processo que geralmente leva a decl&iacute;nio social, funcional, afetivo, cognitivo e altera&ccedil;&otilde;es no funcionamento da personalidade que ser&atilde;o permanentes.</p> <p>Existem alguns subtipos de esquizofrenia (paran&oacute;ide, hebefr&ecirc;nica, simples, catat&ocirc;nica, etc), dentro do espectro da doen&ccedil;a, que n&atilde;o t&ecirc;m todos os sintomas.O in&iacute;cio da doen&ccedil;a pode ser s&uacute;bito, com um surto psic&oacute;tico (del&iacute;rios, alucina&ccedil;&otilde;es, agita&ccedil;&atilde;o) ou insidioso, lento. Neste &uacute;ltimo caso, &eacute; o que chamamos de pr&oacute;dromo: altera&ccedil;&otilde;es de comportamento que v&atilde;o de comportamentos desorganizados, isolamento social, estranhamentos consigo mesmo, com o ambiente e as pessoas at&eacute; sintomas que podem mimetizar uma depress&atilde;o ou um transtorno obsessivo.</p> <p>O esquizofr&ecirc;nico, antes de qualquer outra coisa &eacute; um ser humano. Sente as coisas como todos n&oacute;s &ndash; e adoece como n&oacute;s. Tamb&eacute;m tem diabetes, hipertens&atilde;o, depress&atilde;o, apendicite e tantas outras condi&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas. Nas crises, quando est&aacute; psic&oacute;tico geralmente sente medo, pavor, ang&uacute;stia e desconforto.</p> <p>O m&eacute;dico faz o diagn&oacute;stico atrav&eacute;s do exame cl&iacute;nico. O diagn&oacute;stico &eacute; feito atrav&eacute;s da consulta psiqui&aacute;trica e exame ps&iacute;quico. <span class="uk-text-bold">N&atilde;o existe um exame de imagem ou de sangue que fa&ccedil;a o diagn&oacute;stico</span>. N&atilde;o temos ainda este tipo de marcador. Seguimos crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos, geralmente da Classifica&ccedil;&atilde;o Internacional das Doen&ccedil;as em sua 10&ordf; edi&ccedil;&atilde;o, a CID 10. O tratamento precoce e terapias associadas s&atilde;o fundamentais na reabilita&ccedil;&atilde;o e inclus&atilde;o!</p> <h2>O que pode levar uma pessoa a apresentar esquizofrenia?</h2> <p>A causa prim&aacute;ria &eacute; gen&eacute;tica, biol&oacute;gica, heredit&aacute;ria. Depois v&ecirc;m os estressores ambientais, que servem como desencadeantes (como uso de <span class="uk-text-bold">cannabis</span> em adolescentes).</p> <h2>Quais os tratamentos usados para tratar um esquizofr&ecirc;nico?</h2> <h3>Os tratamentos dividem-se em:</h3> <p>1. Terapias &ndash; individual, em grupo, terapia ocupacional, hospital dia, etc</p> <p>2. Tratamentos Biol&oacute;gicos:</p> <p>Medicamentoso &ndash; com medicamentos antipsic&oacute;ticos.</p> <p>Eletroconvulsoterapia (ECT), em casos refrat&aacute;rios e de dif&iacute;cil controle.</p> <p>Os dois se completam. <span class="uk-text-bold">Modernamente, n&atilde;o se admite n&atilde;o usar medicamentos. </span></p> <p>Outros Transtornos Psic&oacute;ticos Transtorno esquizofreniforme: epis&oacute;dio psic&oacute;tico curto, de 1 a 6 meses em sujeito previamente saud&aacute;vel. N&atilde;o h&aacute; sinais pr&eacute;vios de doen&ccedil;a e geralmente n&atilde;o h&aacute; sintomas negativos e comprometimento permanente no funcionamento. Por defini&ccedil;&atilde;o, h&aacute; recupera&ccedil;&atilde;o em at&eacute; 6 meses.</p> <p>Depress&atilde;o ou Mania Psic&oacute;tica: quando, em vig&ecirc;ncia de depress&atilde;o ou mania (euforia), o doente apresenta alucina&ccedil;&otilde;es e del&iacute;rios</p> <p>Transtorno esquizoafetivo: em poucas palavras e simplificando, &eacute; uma mistura de transtorno afetivo bipolar e esquizofrenia. O paciente &eacute; psic&oacute;tico e tem fases de depress&atilde;o e fases de euforia (mania).</p> Artigos Publicados 2009-01-28T05:28:28-02:00 2009-01-28T05:28:28-02:00 https://www.sospsiquiatria.com/artigos-e-noticias/publicacoes.html Dr. Rafael Bernardon dr.rafael@sospsiquiatria.com <p>RIBEIRO RB ; Rigonatti SP ; Melzer-Ribeiro, DL ; Cordeiro Q . Electroconvulsive therapy in Brazil after the "Psychiatric Reform": A Public Health Problem - Example From a University Service. The Journal of ECT, v. ahead, p. .-., 2012.</p> <h2>Resumos publicados em anais de congressos</h2> <p><strong>RIBEIRO RB</strong> ; MELZER, D. L. ; Cordeiro Q . Morbidity and Mortality due to mental disorders in Brazil. Revista Brasileira de Psiquiatria (S&atilde;o Paulo. 1999. Impresso), v. 34, p. 217-220, 2012.&nbsp;</p> <h2>Artigos aceitos para publica&ccedil;&atilde;o</h2> <p>Cordeiro Q ; MORANA, H. C. P. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> . CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES SOBRE AS RESTRI&Ccedil;&Otilde;ES &Agrave; COMERCIALIZA&Ccedil;&Atilde;O E UTILIZA&Ccedil;&Atilde;O DE TESTES PARA AVALIA&Ccedil;&Atilde;O PS&Iacute;QUICA. Psychiatry On-line, v. 17, p. 1, 2012.</p> <h2>Apresenta&ccedil;&otilde;es de Trabalho</h2> <ul class="uk-list uk-list-line"> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; Cordeiro Q . Sex offenders: risk assessment, risk factors and treatment. Arquivos M&eacute;dicos dos Hospitais e da Faculdade de Ci&ecirc;ncias M&eacute;dicas da Santa Casa de S&atilde;o Paulo (Impresso), v. 57, p. 74-80, 2012.</li> <li>Cordeiro Q ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; MORANA, H. C. P. . O INDULTO PRESIDENCIAL E A MEDIDA DE SEGURAN&Ccedil;A. Psychiatry On-line, v. 17, p. 12, 2012.</li> <li>Cordeiro Q ; Rigonatti SP ; <strong>RIBEIRO RB</strong> . Normatiza&ccedil;&atilde;o do uso da eletroconvulsoterapia para o tratamento de crian&ccedil;as e adolescentes: al&eacute;m dos aspectos t&eacute;cnicos, cient&iacute;ficos e &eacute;ticos. Arquivos M&eacute;dicos dos Hospitais e da Faculdade de Ci&ecirc;ncias M&eacute;dicas da Santa Casa de S&atilde;o Paulo (Impresso), v. 57, p. 92-94, 2012.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; Cordeiro Q . INDULTO PRESIDENCIAL A PACIENTES EM MEDIDA DE SEGURAN&Ccedil;A HOSPITALAR. Revista de Criminologia e Ci&ecirc;ncias Penitenci&aacute;rias, v. 2, p. 9, 2012.</li> <li>Cordeiro Q ; OLIVEIRA, A. M. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; Rigonatti SP . &Eacute;tica M&eacute;dica. Revista do Curso de Direito (S&atilde;o Bernardo do Campo. Online), v. 8, p. 75-87, 2011.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; Cordeiro Q . Psychopathy as a developmental brain disorder: historical and modern concepts and review on biological evidence. REVISTA DE CRIMINOLOGIA E CI&Ecirc;NCIAS PENITENCI&Aacute;RIAS, v. 1, p. 18, 2011.</li> <li>Cordeiro Q ; Calderoni DM ; <strong>RIBEIRO RB</strong>. ASPECTOS BIO&Eacute;TICOS DA PESQUISA M&Eacute;DICA ENVOLVENDO DETENTOS. REVISTA DE CRIMINOLOGIA E CI&Ecirc;NCIAS PENITENCI&Aacute;RIAS, v. 1, p. 41, 2011.</li> <li>Bueno, Celso Ricardo ; Rosa, Marina O. ; Rumi, Demetrio O. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; Rosa, Moacyr A. . Cardiovascular safety of the method of limits titration procedure for electroconvulsive therapy dosing: a retrospective study. Brain Stimulation, v. 4, p. 43-45, 2010.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; Martins, H.S ; dos Santos, V.A ; Khouri, M.E ; duarte, ls ; Burattini, M.N ; Cordeiro Q ; Camargo, L.M.A ; CORBETT, C. E. P. . Evaluation of Helicobacter pylory colonization by serologic test (IgG) and dyspepsia in volunteers from the countryside of Monte Negro, in the Brazilian Western Amazon region. Revista do Instituto de Medicina Tropical de S&atilde;o Paulo (Impresso), v. 52, p. 203-206, 2010.</li> <li>Cordeiro Q ; OLIVEIRA, A. M. ; MELZER, D. L. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; Rigonatti SP . Preven&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Mental. Revista do Curso de Direito da Universidade Metodista de S&atilde;o Paulo, v. 7, p. 38-53, 2010.</li> <li>Rigonatti SP ; Boggio PS ; Myczkowski ML ; Fiquer JT ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; Nitsche MA ; Pascual-Leone A ; Fregni F. . Transcranial direct stimulation and fluoxetine for the treatment of depression. European Psychiatry (Paris), v. 23, p. 74-76, 2008.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; ROSA, M. A. ; Rigonatti SP . Electroconvulsive therapy and monoamine oxidase inhibitors.. Revista Brasileira de Psiquiatria (S&atilde;o Paulo), v. 30, p. 406-407, 2008.</li> <li>Boggio PS ; Rigonatti SP ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; Myczkowski ML ; Nitsche MA ; Pascual-Leone A ; Fregni F. . A randomized, double-blind clinical trial on the efficacy of cortical direct current stimulation for the treatment of major depression.. International Journal of Neuropsychopharmacology, v. 11, p. 249-254, 2007.</li> <li>Cord&aacute;s, TA ; Tavares H ; Calderoni DM ; Stump GV ; <strong>RIBEIRO RB</strong> . Oxcarbazepine for self-mutilating bulimic patients.. International Journal of Neuropsychopharmacology (Print), v. 9, p. 769-771, 2006.</li> <li>Cordeiro Q ; Michelon L ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; Kamitsuji C ; Silveira C ; Andrade LH . Triage to the identification of alcohol harmful use in the primary health care. Revista da Associa&ccedil;&atilde;o M&eacute;dica Brasileira, v. 52, p. 200-201, 2006.</li> <li>duarte, ls ; Khouri, M.E ; Martins, H.S ; dos Santos, V.A ; Burattini, M.N ; Camargo, L.M.A ; CORBETT, C. E. P. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> . Seroprevalence of HBV and HCV in Monte Negro in the Brazilian Western Amazon Region.. Clinics (S&atilde;o Paulo), v. 60, p. 29-36, 2005.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; amoto neto, v . Avalia&ccedil;&atilde;o, em modelo experimental, da possibilidade do alopurinol impedir reativa&ccedil;&atilde;o da infec&ccedil;&atilde;o pelo Trypanosoma cruzi na vig&ecirc;ncia de imunodepress&atilde;o.. Revista Brasileira de Cl&iacute;nica e Terap&ecirc;utica, v. 26, p. 176-178, 2000.</li> <li>GOLDBAUM, M. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> . Preval&ecirc;ncia de toxoplasmose, leishmaniose, doen&ccedil;a de Chagas e enteroparasitoses em volunt&aacute;rios da popula&ccedil;&atilde;o de Cajati, Estado de S&atilde;o Paulo, 1998. Revista de Medicina (FMUSP), v. 78, p. 498-511, 1999.&nbsp;</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; Cordeiro Q ; Vieira MEB ; Melzer-Ribeiro, DL ; Rigonatti SP . Psychiatric evaluation and risk profile of forensic patients in S&atilde;o Paulo State, Brazi. In: XXXIInd International Congress on Law and Mental Health, 2011, Berlin, Germany. Abstracts of the XXXIst International Congress on Law and Mental Health. Montreal: IALMH, 2011. p. 194-195.</li> <li>Cordeiro Q ; OLIVEIRA, T. L. E. S. ; IMAJO, J. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; RATTO, L. R. C. . Inpatient Psychiatric Care in a General Hospital: The Experience of the Hospital of the Penitentiary System in S&atilde;o Paulo, Brazi. In: XXXIInd International Congress on Law and Mental Health, 2011, Berlin, German. Abstracts of the XXXIInd International Congress on Law and Mental Health. Montreal: IALMH. p. 195-196.</li> <li>PASCHOA, N. F. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> . An Experimental Forensic Psychiatric Unit for Young Offenders in Brazil An Experimental Forensic Psychiatric Unit for Young Offenders in Brazil. In: XXXIInd International Congress on Law and Mental Health, 2011, Berlin, Germany. Abstracts of the XXXIInd International Congress on Law and Mental Health. Montreal: IALMH, 2011. p. 196-196.</li> <li>Cordeiro Q ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; Rigonatti SP . Perfil de pacientes em medida de seguran&ccedil;a que aguardam vagas em hospitais de cust&oacute;dia no Estado de S&atilde;o Paulo. In: I Simp&oacute;sio Internacional sobre Manic&ocirc;mios Judici&aacute;rios e Sa&uacute;de Mental. In: I Simp&oacute;sio Internacional sobre Manic&ocirc;mios Judici&aacute;rios - FSP-USP e SAP-SP, 2009, S&atilde;o Paulo. Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano, 2009., 2009. v. 19. p. 13-13.</li> <li>Cordeiro Q ;<strong> RIBEIRO RB</strong> ; Khouri, M.E ; CORBETT, C. E. P. . Sintomas neur&oacute;ticos na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de nas cidades de Teot&ocirc;nio Vilela e S&atilde;o Jos&eacute; da Tapera, interior de Alagoas. In: XXVII Congresso Brasileiro de Psiquiatria, 2009, S&atilde;o Paulo. XXVII Congresso Brasileiro de Psiquiatria,, 2009. p. 138-138.</li> <li>Cordeiro Q ; Khouri, M.E ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; CORBETT, C. E. P. . Maior freq&uuml;&ecirc;ncia de uso abusivo de &aacute;lcool e tabagismo entre pacientes do sexo masculino acompanhados na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de em Serra dos Aymor&eacute;s-MG. In: XXVI Congresso Brasileiro de Psiquiatria, 2008, Bras&iacute;lia., 2008, Bras&iacute;lia. Revista Brasileira de Paiquiatria, 2008. v. 30. p. 52-52.</li> <li>Bueno, CR ; ROSA, M. O. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; RIBEIRO, C.S ; RUMI, D. O. ; MARCOLIN, M. A. ; Rigonatti SP ; ROSA, M. A. . Clinical and demographic profile of patients receiving maintenance ECT in a Brazilian Service. In: Association for Convulsive Therapy 2007 Annual Meeting, 2007, San Diego. Journal of ECT- Association for Convulsive Therapy 2007 Annual Meeting, 2007. v. 23. p. 52-52.</li> <li>Cordeiro Q ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; Kamitsuji C ; Andrade LH . Caracter&iacute;sticas do uso de &aacute;lcool na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de.. In: XXIII congresso Brasileiro de Psiquiatria, 2005, Belo Horizonte. XXIII congresso Brasileiro de Psiquiatria - RBP, 2005. p. 862-82.</li> <li>Vieira MEB ; Cordeiro Q ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; andrade dc ; FALCONE, F.A. ; CORBETT, C. E. P. . Projeto de Implanta&ccedil;&atilde;o de atendimento psiqui&aacute;trico na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de em Serra Pelada Curion&oacute;polis Par&aacute;. In: XX Congresso Brasileiro de Psiquiatria, 2002, Florian&oacute;polis. Livro de REsumos - XX Congresso Brasileiro de Psiquiatria, 2002.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; Martins, H.S ; dos Santos, V.A ; Khouri, M.E ; duarte, ls ; Burattini, M.N ; Camargo, L.M.A ; CORBETT, C. E. P. . Avalia&ccedil;&atilde;o soro-epidemiol&oacute;gica da preval&ecirc;ncia de Helicobacter Pylori e dispepsia em volunt&aacute;rios da popula&ccedil;&atilde;o rural de regi&atilde;o da Amaz&ocirc;nia Ocidental. In: VI Congresso Brasileiro de Cl&iacute;nica M&eacute;dica, 2001, curitiba. Anais do VI Congresso Brasileiro de Cl&iacute;nica M&eacute;dica, 2001.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> . Scientific Excursions a model of field learning in poor communities. In: 5th Workshop on the Future of Medical Education, 1999, Ohrid. 5th Workshop on the Future of Medical Education, 1999.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; AMATO, V. . Relato Sobre a Infec&ccedil;&atilde;o Cr&ocirc;nica pelo Trypanosoma cruzi (cepa Y) em camundongos Swiss. In: XXXV Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 1999. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 1999. v. 32. p. 334. Artigos aceitos para publica&ccedil;&atilde;o</li> <li>SHIOZAWA, P. ; BRUNONI, A. R. ; ZANUTO, E. ; Cordeiro Q ; <strong>RIBEIRO RB</strong> . ECT de manuten&ccedil;&atilde;o no tratamento de paciente idosa com depress&atilde;o grave, refrat&aacute;ria e recorrente: relato de caso. Revista Debates em Psiquiatria, 2013.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; Melzer-Ribeiro, DL ; Rigonatti SP ; Cordeiro Q . Availability and public policies for ECT in Brazil. The Journal of ECT, 2013. 3. RIBEIRO RB ; Cordeiro Q ; TABORDA, J. G. V. . Presidential pardon and mentally ill offenders detained in forensic hospitals. Revista Brasileira de Psiquiatria (S&atilde;o Paulo. 1999. Impresso), 2012. Apresenta&ccedil;&otilde;es de Trabalho</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; FOTIADOU, ; Tully,J . Women in medium secure care: risk and clinical characteristics, and its relation to relapse. 2012. (Apresenta&ccedil;&atilde;o de Trabalho/Congresso).</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; Martins, H.S ; dos Santos, V.A ; Khouri, M.E ; duarte, ls ; Burattini, M.N ; Camargo, L.M.A ; CORBETT, C. E. P. . Avalia&ccedil;&atilde;o soro-epidemiol&oacute;gica da preval&ecirc;ncia de Helicobacter Pylori e dispepsia em volunt&aacute;rios da popula&ccedil;&atilde;o rural de regi&atilde;o da Amaz&ocirc;nia Ocidental. 2001. (Apresenta&ccedil;&atilde;o de Trabalho/Congresso).</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> . Scientific Excursions a model of field learning in poor communities. 1999. (Apresenta&ccedil;&atilde;o de Trabalho/Congresso).</li> </ul> <p>RIBEIRO RB ; Rigonatti SP ; Melzer-Ribeiro, DL ; Cordeiro Q . Electroconvulsive therapy in Brazil after the "Psychiatric Reform": A Public Health Problem - Example From a University Service. The Journal of ECT, v. ahead, p. .-., 2012.</p> <h2>Resumos publicados em anais de congressos</h2> <p><strong>RIBEIRO RB</strong> ; MELZER, D. L. ; Cordeiro Q . Morbidity and Mortality due to mental disorders in Brazil. Revista Brasileira de Psiquiatria (S&atilde;o Paulo. 1999. Impresso), v. 34, p. 217-220, 2012.&nbsp;</p> <h2>Artigos aceitos para publica&ccedil;&atilde;o</h2> <p>Cordeiro Q ; MORANA, H. C. P. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> . CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES SOBRE AS RESTRI&Ccedil;&Otilde;ES &Agrave; COMERCIALIZA&Ccedil;&Atilde;O E UTILIZA&Ccedil;&Atilde;O DE TESTES PARA AVALIA&Ccedil;&Atilde;O PS&Iacute;QUICA. Psychiatry On-line, v. 17, p. 1, 2012.</p> <h2>Apresenta&ccedil;&otilde;es de Trabalho</h2> <ul class="uk-list uk-list-line"> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; Cordeiro Q . Sex offenders: risk assessment, risk factors and treatment. Arquivos M&eacute;dicos dos Hospitais e da Faculdade de Ci&ecirc;ncias M&eacute;dicas da Santa Casa de S&atilde;o Paulo (Impresso), v. 57, p. 74-80, 2012.</li> <li>Cordeiro Q ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; MORANA, H. C. P. . O INDULTO PRESIDENCIAL E A MEDIDA DE SEGURAN&Ccedil;A. Psychiatry On-line, v. 17, p. 12, 2012.</li> <li>Cordeiro Q ; Rigonatti SP ; <strong>RIBEIRO RB</strong> . Normatiza&ccedil;&atilde;o do uso da eletroconvulsoterapia para o tratamento de crian&ccedil;as e adolescentes: al&eacute;m dos aspectos t&eacute;cnicos, cient&iacute;ficos e &eacute;ticos. Arquivos M&eacute;dicos dos Hospitais e da Faculdade de Ci&ecirc;ncias M&eacute;dicas da Santa Casa de S&atilde;o Paulo (Impresso), v. 57, p. 92-94, 2012.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; Cordeiro Q . INDULTO PRESIDENCIAL A PACIENTES EM MEDIDA DE SEGURAN&Ccedil;A HOSPITALAR. Revista de Criminologia e Ci&ecirc;ncias Penitenci&aacute;rias, v. 2, p. 9, 2012.</li> <li>Cordeiro Q ; OLIVEIRA, A. M. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; Rigonatti SP . &Eacute;tica M&eacute;dica. Revista do Curso de Direito (S&atilde;o Bernardo do Campo. Online), v. 8, p. 75-87, 2011.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; Cordeiro Q . Psychopathy as a developmental brain disorder: historical and modern concepts and review on biological evidence. REVISTA DE CRIMINOLOGIA E CI&Ecirc;NCIAS PENITENCI&Aacute;RIAS, v. 1, p. 18, 2011.</li> <li>Cordeiro Q ; Calderoni DM ; <strong>RIBEIRO RB</strong>. ASPECTOS BIO&Eacute;TICOS DA PESQUISA M&Eacute;DICA ENVOLVENDO DETENTOS. REVISTA DE CRIMINOLOGIA E CI&Ecirc;NCIAS PENITENCI&Aacute;RIAS, v. 1, p. 41, 2011.</li> <li>Bueno, Celso Ricardo ; Rosa, Marina O. ; Rumi, Demetrio O. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; Rosa, Moacyr A. . Cardiovascular safety of the method of limits titration procedure for electroconvulsive therapy dosing: a retrospective study. Brain Stimulation, v. 4, p. 43-45, 2010.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; Martins, H.S ; dos Santos, V.A ; Khouri, M.E ; duarte, ls ; Burattini, M.N ; Cordeiro Q ; Camargo, L.M.A ; CORBETT, C. E. P. . Evaluation of Helicobacter pylory colonization by serologic test (IgG) and dyspepsia in volunteers from the countryside of Monte Negro, in the Brazilian Western Amazon region. Revista do Instituto de Medicina Tropical de S&atilde;o Paulo (Impresso), v. 52, p. 203-206, 2010.</li> <li>Cordeiro Q ; OLIVEIRA, A. M. ; MELZER, D. L. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; Rigonatti SP . Preven&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Mental. Revista do Curso de Direito da Universidade Metodista de S&atilde;o Paulo, v. 7, p. 38-53, 2010.</li> <li>Rigonatti SP ; Boggio PS ; Myczkowski ML ; Fiquer JT ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; Nitsche MA ; Pascual-Leone A ; Fregni F. . Transcranial direct stimulation and fluoxetine for the treatment of depression. European Psychiatry (Paris), v. 23, p. 74-76, 2008.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; ROSA, M. A. ; Rigonatti SP . Electroconvulsive therapy and monoamine oxidase inhibitors.. Revista Brasileira de Psiquiatria (S&atilde;o Paulo), v. 30, p. 406-407, 2008.</li> <li>Boggio PS ; Rigonatti SP ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; Myczkowski ML ; Nitsche MA ; Pascual-Leone A ; Fregni F. . A randomized, double-blind clinical trial on the efficacy of cortical direct current stimulation for the treatment of major depression.. International Journal of Neuropsychopharmacology, v. 11, p. 249-254, 2007.</li> <li>Cord&aacute;s, TA ; Tavares H ; Calderoni DM ; Stump GV ; <strong>RIBEIRO RB</strong> . Oxcarbazepine for self-mutilating bulimic patients.. International Journal of Neuropsychopharmacology (Print), v. 9, p. 769-771, 2006.</li> <li>Cordeiro Q ; Michelon L ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; Kamitsuji C ; Silveira C ; Andrade LH . Triage to the identification of alcohol harmful use in the primary health care. Revista da Associa&ccedil;&atilde;o M&eacute;dica Brasileira, v. 52, p. 200-201, 2006.</li> <li>duarte, ls ; Khouri, M.E ; Martins, H.S ; dos Santos, V.A ; Burattini, M.N ; Camargo, L.M.A ; CORBETT, C. E. P. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> . Seroprevalence of HBV and HCV in Monte Negro in the Brazilian Western Amazon Region.. Clinics (S&atilde;o Paulo), v. 60, p. 29-36, 2005.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; amoto neto, v . Avalia&ccedil;&atilde;o, em modelo experimental, da possibilidade do alopurinol impedir reativa&ccedil;&atilde;o da infec&ccedil;&atilde;o pelo Trypanosoma cruzi na vig&ecirc;ncia de imunodepress&atilde;o.. Revista Brasileira de Cl&iacute;nica e Terap&ecirc;utica, v. 26, p. 176-178, 2000.</li> <li>GOLDBAUM, M. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> . Preval&ecirc;ncia de toxoplasmose, leishmaniose, doen&ccedil;a de Chagas e enteroparasitoses em volunt&aacute;rios da popula&ccedil;&atilde;o de Cajati, Estado de S&atilde;o Paulo, 1998. Revista de Medicina (FMUSP), v. 78, p. 498-511, 1999.&nbsp;</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; Cordeiro Q ; Vieira MEB ; Melzer-Ribeiro, DL ; Rigonatti SP . Psychiatric evaluation and risk profile of forensic patients in S&atilde;o Paulo State, Brazi. In: XXXIInd International Congress on Law and Mental Health, 2011, Berlin, Germany. Abstracts of the XXXIst International Congress on Law and Mental Health. Montreal: IALMH, 2011. p. 194-195.</li> <li>Cordeiro Q ; OLIVEIRA, T. L. E. S. ; IMAJO, J. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; RATTO, L. R. C. . Inpatient Psychiatric Care in a General Hospital: The Experience of the Hospital of the Penitentiary System in S&atilde;o Paulo, Brazi. In: XXXIInd International Congress on Law and Mental Health, 2011, Berlin, German. Abstracts of the XXXIInd International Congress on Law and Mental Health. Montreal: IALMH. p. 195-196.</li> <li>PASCHOA, N. F. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> . An Experimental Forensic Psychiatric Unit for Young Offenders in Brazil An Experimental Forensic Psychiatric Unit for Young Offenders in Brazil. In: XXXIInd International Congress on Law and Mental Health, 2011, Berlin, Germany. Abstracts of the XXXIInd International Congress on Law and Mental Health. Montreal: IALMH, 2011. p. 196-196.</li> <li>Cordeiro Q ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; Rigonatti SP . Perfil de pacientes em medida de seguran&ccedil;a que aguardam vagas em hospitais de cust&oacute;dia no Estado de S&atilde;o Paulo. In: I Simp&oacute;sio Internacional sobre Manic&ocirc;mios Judici&aacute;rios e Sa&uacute;de Mental. In: I Simp&oacute;sio Internacional sobre Manic&ocirc;mios Judici&aacute;rios - FSP-USP e SAP-SP, 2009, S&atilde;o Paulo. Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano, 2009., 2009. v. 19. p. 13-13.</li> <li>Cordeiro Q ;<strong> RIBEIRO RB</strong> ; Khouri, M.E ; CORBETT, C. E. P. . Sintomas neur&oacute;ticos na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de nas cidades de Teot&ocirc;nio Vilela e S&atilde;o Jos&eacute; da Tapera, interior de Alagoas. In: XXVII Congresso Brasileiro de Psiquiatria, 2009, S&atilde;o Paulo. XXVII Congresso Brasileiro de Psiquiatria,, 2009. p. 138-138.</li> <li>Cordeiro Q ; Khouri, M.E ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; CORBETT, C. E. P. . Maior freq&uuml;&ecirc;ncia de uso abusivo de &aacute;lcool e tabagismo entre pacientes do sexo masculino acompanhados na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de em Serra dos Aymor&eacute;s-MG. In: XXVI Congresso Brasileiro de Psiquiatria, 2008, Bras&iacute;lia., 2008, Bras&iacute;lia. Revista Brasileira de Paiquiatria, 2008. v. 30. p. 52-52.</li> <li>Bueno, CR ; ROSA, M. O. ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; RIBEIRO, C.S ; RUMI, D. O. ; MARCOLIN, M. A. ; Rigonatti SP ; ROSA, M. A. . Clinical and demographic profile of patients receiving maintenance ECT in a Brazilian Service. In: Association for Convulsive Therapy 2007 Annual Meeting, 2007, San Diego. Journal of ECT- Association for Convulsive Therapy 2007 Annual Meeting, 2007. v. 23. p. 52-52.</li> <li>Cordeiro Q ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; Kamitsuji C ; Andrade LH . Caracter&iacute;sticas do uso de &aacute;lcool na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de.. In: XXIII congresso Brasileiro de Psiquiatria, 2005, Belo Horizonte. XXIII congresso Brasileiro de Psiquiatria - RBP, 2005. p. 862-82.</li> <li>Vieira MEB ; Cordeiro Q ; <strong>RIBEIRO RB</strong> ; andrade dc ; FALCONE, F.A. ; CORBETT, C. E. P. . Projeto de Implanta&ccedil;&atilde;o de atendimento psiqui&aacute;trico na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de em Serra Pelada Curion&oacute;polis Par&aacute;. In: XX Congresso Brasileiro de Psiquiatria, 2002, Florian&oacute;polis. Livro de REsumos - XX Congresso Brasileiro de Psiquiatria, 2002.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; Martins, H.S ; dos Santos, V.A ; Khouri, M.E ; duarte, ls ; Burattini, M.N ; Camargo, L.M.A ; CORBETT, C. E. P. . Avalia&ccedil;&atilde;o soro-epidemiol&oacute;gica da preval&ecirc;ncia de Helicobacter Pylori e dispepsia em volunt&aacute;rios da popula&ccedil;&atilde;o rural de regi&atilde;o da Amaz&ocirc;nia Ocidental. In: VI Congresso Brasileiro de Cl&iacute;nica M&eacute;dica, 2001, curitiba. Anais do VI Congresso Brasileiro de Cl&iacute;nica M&eacute;dica, 2001.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> . Scientific Excursions a model of field learning in poor communities. In: 5th Workshop on the Future of Medical Education, 1999, Ohrid. 5th Workshop on the Future of Medical Education, 1999.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; AMATO, V. . Relato Sobre a Infec&ccedil;&atilde;o Cr&ocirc;nica pelo Trypanosoma cruzi (cepa Y) em camundongos Swiss. In: XXXV Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 1999. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 1999. v. 32. p. 334. Artigos aceitos para publica&ccedil;&atilde;o</li> <li>SHIOZAWA, P. ; BRUNONI, A. R. ; ZANUTO, E. ; Cordeiro Q ; <strong>RIBEIRO RB</strong> . ECT de manuten&ccedil;&atilde;o no tratamento de paciente idosa com depress&atilde;o grave, refrat&aacute;ria e recorrente: relato de caso. Revista Debates em Psiquiatria, 2013.</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; Melzer-Ribeiro, DL ; Rigonatti SP ; Cordeiro Q . Availability and public policies for ECT in Brazil. The Journal of ECT, 2013. 3. RIBEIRO RB ; Cordeiro Q ; TABORDA, J. G. V. . Presidential pardon and mentally ill offenders detained in forensic hospitals. Revista Brasileira de Psiquiatria (S&atilde;o Paulo. 1999. Impresso), 2012. Apresenta&ccedil;&otilde;es de Trabalho</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; FOTIADOU, ; Tully,J . Women in medium secure care: risk and clinical characteristics, and its relation to relapse. 2012. (Apresenta&ccedil;&atilde;o de Trabalho/Congresso).</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> ; Martins, H.S ; dos Santos, V.A ; Khouri, M.E ; duarte, ls ; Burattini, M.N ; Camargo, L.M.A ; CORBETT, C. E. P. . Avalia&ccedil;&atilde;o soro-epidemiol&oacute;gica da preval&ecirc;ncia de Helicobacter Pylori e dispepsia em volunt&aacute;rios da popula&ccedil;&atilde;o rural de regi&atilde;o da Amaz&ocirc;nia Ocidental. 2001. (Apresenta&ccedil;&atilde;o de Trabalho/Congresso).</li> <li><strong>RIBEIRO RB</strong> . Scientific Excursions a model of field learning in poor communities. 1999. (Apresenta&ccedil;&atilde;o de Trabalho/Congresso).</li> </ul> Transtorno Bipolar 2009-01-23T16:30:22-02:00 2009-01-23T16:30:22-02:00 https://www.sospsiquiatria.com/tratamentos/transtorno-bipolar.html Dr. Rafael Bernardon dr.rafael@sospsiquiatria.com <p>O transtorno afetivo bipolar &eacute; uma doen&ccedil;a do grupo dos transtornos de humor, que inclui os transtornos depressivos. Acomete de 1 a 3% da popula&ccedil;&atilde;o, com maior incid&ecirc;ncia entre parentes de primeiro grau de pessoas com depress&atilde;o, esquizofrenia ou a pr&oacute;pria bipolaridade. Antigamente conhecida como psicose man&iacute;aco-depressiva &ndash; PMD &ndash; &eacute; caracterizada por mudan&ccedil;as de humor (&ldquo;estado de &acirc;nimo&rdquo;), que ocorrem em fases. S&atilde;o os extremos ou polos da doen&ccedil;a: <span class="uk-text-bold">depress&atilde;o; euforia (mania, do grego)</span>.</p> <p>Essas fases geralmente s&atilde;o bem definidas, com come&ccedil;o, meio e fim. No restante do tempo, a pessoa fica est&aacute;vel, normal. Casos mais simples podem apresentar uma ou nenhuma fase em determinado ano. Cicladores r&aacute;pidos podem ter mais de 4 fases em um ano.</p> <p>As fases depressivas duram a partir de 3 semanas, podendo chegar a anos. S&atilde;o caracterizadas por des&acirc;nimo, tristeza, altera&ccedil;&otilde;es de apetite, altera&ccedil;&otilde;es no sono, altera&ccedil;&otilde;es de mem&oacute;ria e racioc&iacute;nio, falta de prazer, choro f&aacute;cil, melancolia, pensamentos negativos, falta de energia, queda de libido, irritabilidade, etc. Em uma vis&atilde;o longitudinal da doen&ccedil;a, as fases depressivas s&atilde;o bem mais comuns que as man&iacute;acas ao longo da vida.</p> <p>As fases de euforia duram de 5 dias em diante. S&atilde;o marcadas por humor euf&oacute;rico e expansivo, desinibi&ccedil;&atilde;o (inadequa&ccedil;&atilde;o social), gastos excessivos, perda de sono, excesso de energia (sentir-se &ldquo;el&eacute;trico&rdquo;), planos e projetos megaloman&iacute;acos, dificuldades em concluir as muitas atividades iniciadas, irritabilidade, fala e pensamento acelerados, falar demais, podendo chegar a extremos de del&iacute;rios de grandeza.</p> <p>Mesmo n&atilde;o tratadas, as fases podem regredir sozinhas. Mas o tratamento &eacute; fundamental para atingir estabilidade, reduzir sofrimentos desnecess&aacute;rios, melhorar a qualidade de vida e diminuir as chances de cronifica&ccedil;&atilde;o, muitas vezes com preju&iacute;zos irrevers&iacute;veis.</p> <p>&Eacute; importante destacar a diferen&ccedil;a entre instabilidade emocional e bipolaridade. H&aacute; pessoas emocionalmente inst&aacute;veis, que mudam de estado afetivo diariamente. Isso se manifesta de maneira constante, permanente, como caracter&iacute;stica da personalidade, do jeito de ser. Essas pessoas sofrem de uma altera&ccedil;&atilde;o de personalidade, que tamb&eacute;m &eacute; trat&aacute;vel, mas n&atilde;o t&ecirc;m transtorno afetivo bipolar.</p> <p>O transtorno afetivo bipolar &eacute; uma doen&ccedil;a do grupo dos transtornos de humor, que inclui os transtornos depressivos. Acomete de 1 a 3% da popula&ccedil;&atilde;o, com maior incid&ecirc;ncia entre parentes de primeiro grau de pessoas com depress&atilde;o, esquizofrenia ou a pr&oacute;pria bipolaridade. Antigamente conhecida como psicose man&iacute;aco-depressiva &ndash; PMD &ndash; &eacute; caracterizada por mudan&ccedil;as de humor (&ldquo;estado de &acirc;nimo&rdquo;), que ocorrem em fases. S&atilde;o os extremos ou polos da doen&ccedil;a: <span class="uk-text-bold">depress&atilde;o; euforia (mania, do grego)</span>.</p> <p>Essas fases geralmente s&atilde;o bem definidas, com come&ccedil;o, meio e fim. No restante do tempo, a pessoa fica est&aacute;vel, normal. Casos mais simples podem apresentar uma ou nenhuma fase em determinado ano. Cicladores r&aacute;pidos podem ter mais de 4 fases em um ano.</p> <p>As fases depressivas duram a partir de 3 semanas, podendo chegar a anos. S&atilde;o caracterizadas por des&acirc;nimo, tristeza, altera&ccedil;&otilde;es de apetite, altera&ccedil;&otilde;es no sono, altera&ccedil;&otilde;es de mem&oacute;ria e racioc&iacute;nio, falta de prazer, choro f&aacute;cil, melancolia, pensamentos negativos, falta de energia, queda de libido, irritabilidade, etc. Em uma vis&atilde;o longitudinal da doen&ccedil;a, as fases depressivas s&atilde;o bem mais comuns que as man&iacute;acas ao longo da vida.</p> <p>As fases de euforia duram de 5 dias em diante. S&atilde;o marcadas por humor euf&oacute;rico e expansivo, desinibi&ccedil;&atilde;o (inadequa&ccedil;&atilde;o social), gastos excessivos, perda de sono, excesso de energia (sentir-se &ldquo;el&eacute;trico&rdquo;), planos e projetos megaloman&iacute;acos, dificuldades em concluir as muitas atividades iniciadas, irritabilidade, fala e pensamento acelerados, falar demais, podendo chegar a extremos de del&iacute;rios de grandeza.</p> <p>Mesmo n&atilde;o tratadas, as fases podem regredir sozinhas. Mas o tratamento &eacute; fundamental para atingir estabilidade, reduzir sofrimentos desnecess&aacute;rios, melhorar a qualidade de vida e diminuir as chances de cronifica&ccedil;&atilde;o, muitas vezes com preju&iacute;zos irrevers&iacute;veis.</p> <p>&Eacute; importante destacar a diferen&ccedil;a entre instabilidade emocional e bipolaridade. H&aacute; pessoas emocionalmente inst&aacute;veis, que mudam de estado afetivo diariamente. Isso se manifesta de maneira constante, permanente, como caracter&iacute;stica da personalidade, do jeito de ser. Essas pessoas sofrem de uma altera&ccedil;&atilde;o de personalidade, que tamb&eacute;m &eacute; trat&aacute;vel, mas n&atilde;o t&ecirc;m transtorno afetivo bipolar.</p> Vídeos interessantes 2008-06-29T17:37:45-03:00 2008-06-29T17:37:45-03:00 https://www.sospsiquiatria.com/artigos-e-noticias/videos.html Dr. Rafael Bernardon dr.rafael@sospsiquiatria.com <h2>O que &eacute; estimula&ccedil;&atilde;o transcraniana por corrente cont&iacute;nua&nbsp;-&nbsp;ETCC / tDCS?</h2> <p>&nbsp;</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/sS76-QbcHUI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>&nbsp;</h2> <h2>Quais as aplica&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da&nbsp;estimula&ccedil;&atilde;o transcraniana por corrente cont&iacute;nua -&nbsp;ETCC / tDCS?</h2> <h2>&nbsp;</h2> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/fgmP819zrGs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>Programa da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Psiquiatria sobre ECT:</h2> <h2>&nbsp;</h2> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/98WY42jnSCI?start=52" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>Quando pensar em ECT? Dr. Bernardon</h2> <p>&nbsp;</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wBeOCqUdj9A" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>ECT pode causar dano cerebral? Dr. Bernardon</h2> <p>&nbsp;</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/KWZA4_CCXYA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>Estimula&ccedil;&atilde;o Magn&eacute;tica Transcraniana</h2> <p>Interessante Ted Talk sobre as potencialidades da Estimula&ccedil;&atilde;o Magn&eacute;tica Transcraniana</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/8eMTrUjJC_Y" width="560" height="315" class="uk-responsive-width" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>Aplica&ccedil;&atilde;o de EMT com equipamento russo Neurosoft</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PHRKBrg8rTQ" width="560" height="315" class="uk-responsive-width" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>Novos relatos sobre eletroconvulsoterapia (ECT):</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XLc1YvwXjYs" width="560" height="315" class="uk-responsive-width" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZxuRFPv7LMc" width="560" height="315" class="uk-responsive-width" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Fz3hfKh0m6M" width="560" height="315" class="uk-responsive-width" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_M_GP7DasH4" width="560" height="315" class="uk-responsive-width" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>Uma sess&atilde;o de ECT na Inglaterra - simula&ccedil;&atilde;o com ator</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9L2-B-aluCE" width="560" height="315" class="uk-responsive-width" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>Emocionante depoimento do cirurgi&atilde;o e escritor Sherwin Nuland em um dos Ted Talks mais vistos, quando revelou que a ECT salvou sua vida na d&eacute;cada de setenta</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/6L4cZHvnZN0" width="420" height="315" class="uk-responsive-width" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h3>Omiss&atilde;o de Socorro (Document&aacute;rio - trecho)</h3> <p class="uk-text-justify">Abaixo, trecho do document&aacute;rio de&nbsp;Ol&iacute;vio Tavares de Ara&uacute;jo que mostra a dura situa&ccedil;&atilde;o dos doentes mentais brasileiros ap&oacute;s a reforma psiquiatrica. O movimento "anti-psiquiatria", no af&atilde; de humanizar o atendimento e exting&uuml;ir manic&ocirc;mios e tratamentos tecnicamente conden&aacute;veis, deixou para tr&aacute;s uma horda de desassistidos. Falta tratamento e suporte. Os doentes graves v&ecirc;em leitos fechados, falta de CAPS, falta de resid&ecirc;ncias terap&ecirc;uticas, eletroconvulsoterapia restrita. A demanda continua porque n&atilde;o se cura por decreto. Pelas ruas, a triste verdade: doentes mentais virando mendigos, vivendo em albergues. Os que sofrem t&ecirc;m a palavra.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/pgL0xWnJ3t8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>Depoimento de m&atilde;e de paciente submetida a ECT, por quadro de depress&atilde;o catat&ocirc;nica:</p> <h4><iframe src="https://www.youtube.com/embed/2eDz_0QiHd0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></h4> <p>Agradecemos as gentis Magda e Marli, que deram este valioso depoimento sobre a ECT. Meu obrigado sincero pelos elogios! Segue o link abaixo:</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/mIcATgPAiQI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>&nbsp;</p> <p><img src="http://tbn3.google.com/images?q=tbn:fYxnPCcA-9LHYM:http://www.hsc.stonybrook.edu/som/psychiatry/images/FinkMax_000.jpg" alt=" " width="56" height="84" style="margin: 5px; float: left;" />Document&aacute;rio sobre o papel da ECT no tratamento dos transtornos mentais graves, com exposi&ccedil;&atilde;o do Prof. Max Fink, da Universidade Estadual de Nova Iorque, uma das maiores autoridades mundiais no assunto (em ingl&ecirc;s):</p> <p>&nbsp;</p> <h4> <object data="http://www.youtube.com/v/zYl13Relzbs?version=3&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" class="uk-responsive-width"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zYl13Relzbs?version=3&amp;hl=en_US" /></object> </h4> <p>Abaixo, divertido v&iacute;deo mostrando Homer Simpson fazendo ECT. Por tr&aacute;s, um erro grosseiro e o comum preconceito que associa a t&eacute;cnica a pr&aacute;ticas de tortura. Desse jeito, apenas nos desenhos e no imagin&aacute;rio de algumas pessoas respons&aacute;veis pela Reforma Psiqui&aacute;trica Brasileira...</p> <iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/NVnmZTSykjg" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe> <h2>O que &eacute; estimula&ccedil;&atilde;o transcraniana por corrente cont&iacute;nua&nbsp;-&nbsp;ETCC / tDCS?</h2> <p>&nbsp;</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/sS76-QbcHUI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>&nbsp;</h2> <h2>Quais as aplica&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da&nbsp;estimula&ccedil;&atilde;o transcraniana por corrente cont&iacute;nua -&nbsp;ETCC / tDCS?</h2> <h2>&nbsp;</h2> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/fgmP819zrGs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>Programa da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Psiquiatria sobre ECT:</h2> <h2>&nbsp;</h2> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/98WY42jnSCI?start=52" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>Quando pensar em ECT? Dr. Bernardon</h2> <p>&nbsp;</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wBeOCqUdj9A" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>ECT pode causar dano cerebral? Dr. Bernardon</h2> <p>&nbsp;</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/KWZA4_CCXYA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>Estimula&ccedil;&atilde;o Magn&eacute;tica Transcraniana</h2> <p>Interessante Ted Talk sobre as potencialidades da Estimula&ccedil;&atilde;o Magn&eacute;tica Transcraniana</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/8eMTrUjJC_Y" width="560" height="315" class="uk-responsive-width" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>Aplica&ccedil;&atilde;o de EMT com equipamento russo Neurosoft</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PHRKBrg8rTQ" width="560" height="315" class="uk-responsive-width" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>Novos relatos sobre eletroconvulsoterapia (ECT):</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XLc1YvwXjYs" width="560" height="315" class="uk-responsive-width" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZxuRFPv7LMc" width="560" height="315" class="uk-responsive-width" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Fz3hfKh0m6M" width="560" height="315" class="uk-responsive-width" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_M_GP7DasH4" width="560" height="315" class="uk-responsive-width" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>Uma sess&atilde;o de ECT na Inglaterra - simula&ccedil;&atilde;o com ator</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9L2-B-aluCE" width="560" height="315" class="uk-responsive-width" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>Emocionante depoimento do cirurgi&atilde;o e escritor Sherwin Nuland em um dos Ted Talks mais vistos, quando revelou que a ECT salvou sua vida na d&eacute;cada de setenta</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/6L4cZHvnZN0" width="420" height="315" class="uk-responsive-width" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h3>Omiss&atilde;o de Socorro (Document&aacute;rio - trecho)</h3> <p class="uk-text-justify">Abaixo, trecho do document&aacute;rio de&nbsp;Ol&iacute;vio Tavares de Ara&uacute;jo que mostra a dura situa&ccedil;&atilde;o dos doentes mentais brasileiros ap&oacute;s a reforma psiquiatrica. O movimento "anti-psiquiatria", no af&atilde; de humanizar o atendimento e exting&uuml;ir manic&ocirc;mios e tratamentos tecnicamente conden&aacute;veis, deixou para tr&aacute;s uma horda de desassistidos. Falta tratamento e suporte. Os doentes graves v&ecirc;em leitos fechados, falta de CAPS, falta de resid&ecirc;ncias terap&ecirc;uticas, eletroconvulsoterapia restrita. A demanda continua porque n&atilde;o se cura por decreto. Pelas ruas, a triste verdade: doentes mentais virando mendigos, vivendo em albergues. Os que sofrem t&ecirc;m a palavra.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/pgL0xWnJ3t8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>Depoimento de m&atilde;e de paciente submetida a ECT, por quadro de depress&atilde;o catat&ocirc;nica:</p> <h4><iframe src="https://www.youtube.com/embed/2eDz_0QiHd0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></h4> <p>Agradecemos as gentis Magda e Marli, que deram este valioso depoimento sobre a ECT. Meu obrigado sincero pelos elogios! Segue o link abaixo:</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/mIcATgPAiQI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>&nbsp;</p> <p><img src="http://tbn3.google.com/images?q=tbn:fYxnPCcA-9LHYM:http://www.hsc.stonybrook.edu/som/psychiatry/images/FinkMax_000.jpg" alt=" " width="56" height="84" style="margin: 5px; float: left;" />Document&aacute;rio sobre o papel da ECT no tratamento dos transtornos mentais graves, com exposi&ccedil;&atilde;o do Prof. Max Fink, da Universidade Estadual de Nova Iorque, uma das maiores autoridades mundiais no assunto (em ingl&ecirc;s):</p> <p>&nbsp;</p> <h4> <object data="http://www.youtube.com/v/zYl13Relzbs?version=3&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" class="uk-responsive-width"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zYl13Relzbs?version=3&amp;hl=en_US" /></object> </h4> <p>Abaixo, divertido v&iacute;deo mostrando Homer Simpson fazendo ECT. Por tr&aacute;s, um erro grosseiro e o comum preconceito que associa a t&eacute;cnica a pr&aacute;ticas de tortura. Desse jeito, apenas nos desenhos e no imagin&aacute;rio de algumas pessoas respons&aacute;veis pela Reforma Psiqui&aacute;trica Brasileira...</p> <iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/NVnmZTSykjg" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe> Perguntas e Respostas ECT 2008-06-29T17:33:35-03:00 2008-06-29T17:33:35-03:00 https://www.sospsiquiatria.com/o-que-e-ect/perguntas-e-respostas-ect.html Dr. Rafael Bernardon dr.rafael@sospsiquiatria.com <h2>O que &eacute; eletroconvulsoterapia?</h2> <p>&Eacute; a aplica&ccedil;&atilde;o de um est&iacute;mulo el&eacute;trico no c&eacute;rebro, sob anestesia geral e monitoriza&ccedil;&atilde;o, com o objetivo de produzir uma convuls&atilde;o terap&ecirc;utica.</p> <h2>Para que serve?</h2> <p>Em geral &eacute; usada &nbsp;como &uacute;ltimo recurso no tratamento de quadros psiqui&aacute;tricos graves resistente &agrave; terapia com medicamentos (depress&atilde;o, esquizofrenia, bipolaridade), psicoterapia ou a outras formas de neuromodula&ccedil;&atilde;o. Pacientes com sintomas residuais incapacitantes tamb&eacute;m se beneficiam. Tamb&eacute;m &eacute; uma escolha em casos onde a resposta r&aacute;pida &eacute; importante. &Eacute; especificamente eficaz em transtornos psiqui&aacute;tricos graves como mania e catatonia e em situa&ccedil;&otilde;es de elevado risco de suic&iacute;dio.</p> <p>S&atilde;o indica&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis:</p> <ol> <li>Depress&atilde;o grave e refrat&aacute;ria, bem como quadros depressivos com sintomas residuais refrat&aacute;rios e incapacitantes;</li> <li>Transtorno Bipolar, mania grave com ou sem psicose;</li> <li>Catatonia;</li> <li>Situa&ccedil;&otilde;es Cl&iacute;nicas espec&iacute;ficas: quadros graves de depress&atilde;o com ou sem psicose em idosos, como Sd. de Cotard, quadros graves do humor ou psic&oacute;ticos na gesta&ccedil;&atilde;o; S&iacute;ndrome neurol&eacute;ptica maligna, risco de suic&iacute;dio alto e iminente;</li> <li>Doen&ccedil;a de Parkinson;</li> <li>Epilepsia refrat&aacute;ria.</li> <li>Agressividade severa e refrat&aacute;ria nas defici&ecirc;ncias intelectuais (autismo severo e outras formas de retardo mental grave e profundo), com comportamentos auto e heteroagressivos, que coloquem a integridade da pr&oacute;pria pessoa e de seus familiares em risco. Em geral, se indica ECT em quadros dram&aacute;ticos, que n&atilde;o respondam a diversas estrat&eacute;gias farmacol&oacute;gicas (inclusive combinadas, em doses efetivas) e &agrave;s interven&ccedil;&otilde;es comportamentais. Geralmente s&atilde;o pacientes expostos a doses muito altas de psicof&aacute;rmacos e que necessitam de alguma forma de conten&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica com regularidade, praticamente di&aacute;ria. O paciente deve ter a &nbsp;indica&ccedil;&atilde;o pelo m&eacute;dico assistente e avalia&ccedil;&atilde;o pelo especialista em ECT. O procedimento s&oacute; &eacute; realizado com consentimento livre e esclarecido dos pais ou respons&aacute;veis.</li> </ol> <h2>Como funciona?</h2> <p>A descarga el&eacute;trica gerada pela ECT ajuda a regular a libera&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores no c&eacute;rebro, respons&aacute;veis pela transmiss&atilde;o de impulsos de informa&ccedil;&otilde;es de um neur&ocirc;nio para o outro. No longo prazo &eacute; capaz de ativar a plasticidade cerebral, melhorando as conex&otilde;es e o funcionamento das redes neuronais.</p> <h2>Como &eacute; realizada?</h2> <p>A aplica&ccedil;&atilde;o da ECT &eacute; feita por meio de dois eletrodos, colocados em determinados pontos do cr&acirc;nio, de acordo com a &aacute;rea que se quer estimular (em geral, bitemporal, bifrontal ou unilateral direito). O paciente &eacute; anestesiado antes do procedimento tem sua freq&uuml;&ecirc;ncia card&iacute;aca e press&atilde;o arterial monitoradas e &eacute; assistido por equipe composta por psiquiatra, anestesista, enfermeiros, t&eacute;cnicos e auxiliares de enfermagem. Sempre &eacute; feita em sala de procedimentos adequada para tal, de acordo com as normas do Conselho Federal de Medicina.</p> <h2>Quanto tempo dura o procedimento?</h2> <p>O tempo total do procedimento &eacute; de cerca de 30 minutos. O paciente recebe uma anestesia de curta dura&ccedil;&atilde;o e permanece na sala de recupera&ccedil;&atilde;o sob os cuidadosda equipe de enfermagem, at&eacute; sentir-se bem. Ap&oacute;s, recebe um lanche e j&aacute; pode retornar para casa.</p> <h2>Quantas aplica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o necess&aacute;rias?</h2> <p>A ECT costuma ser realizada duas ou tr&ecirc;s vezes por semana, sendo necess&aacute;rias, em m&eacute;dia, de 6 a 12 aplica&ccedil;&otilde;es para que se atinja os resultados esperados. A freq&uuml;&ecirc;ncia e o n&uacute;mero de aplica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o decididos em consenso entre o m&eacute;dico do paciente que indicou a ECT e a equipe especializada. A resposta &eacute; bastante individualizada, e depende de muitos fatores, como gravidade, tempo de doen&ccedil;a e diagn&oacute;stico, al&eacute;m dos par&acirc;metros da estimula&ccedil;&atilde;o. Desta forma, h&aacute; pessoas que demoram mais tempo para responder ao tratamento, n&atilde;o havendo uma regra fixa quanto ao n&uacute;mero de sess&otilde;es.</p> <h2>Quais os resultados?</h2> <p>O resultado &eacute; superior ao obtido com rem&eacute;dios. Enquanto a resposta ao tratamento com antidepressivo &eacute; da ordem de 60/70%, a ECT chega a 90% de resposta, mesmo recebendo pacientes mais graves e refrat&aacute;rios. Outra vantagem &eacute; que os efeitos da ECT s&atilde;o mais r&aacute;pidos.</p> <h2>Quais os efeitos colaterais?</h2> <p>Dor de cabe&ccedil;a, dor muscular (que melhora com analg&eacute;sicos comuns), n&aacute;useas (tamb&eacute;m facilmente trat&aacute;vel) e altera&ccedil;&otilde;es na mem&oacute;ria, recuperada no prazo m&aacute;ximo de seis meses. As altera&ccedil;&otilde;es na mem&oacute;ria geralmente s&atilde;o para eventos recentes. Os equipamentos e as t&eacute;cnicas mais modernas permitem minimizar este efeito. Mem&oacute;rias mais antigas, como autobiogr&aacute;fica, fica preservada. Mas pode haver algum problema tempor&aacute;rio nas atividades do cotidiano, como trabalho e estudo, que melhoram ap&oacute;s o ciclo de tratamento. Na decis&atilde;o cl&iacute;nica, compartilhada com o paciente, os benef&iacute;cios esperados precisam ser maiores que os riscos.</p> <h2>Quais os riscos?</h2> <p>Os riscos est&atilde;o relacionados &agrave; anestesia. Podemos comparar ao risco de qualquer procedimento ambulatorial, como uma lipoaspira&ccedil;&atilde;o. As complica&ccedil;&otilde;es graves ocorrem em 1 a cada 100.000 procedimentos. Assim, antes do in&iacute;cio das aplica&ccedil;&otilde;es, s&atilde;o realizados exames laboratoriais (hemograma, glicemia, n&iacute;vel s&eacute;rico de pot&aacute;ssio), eletrocardiograma, exame de fundo-de-olho ou tomografia de cr&acirc;nio, radiografia de t&oacute;rax, avalia&ccedil;&otilde;es cardiol&oacute;gica e odontol&oacute;gica. Isso garante a seguran&ccedil;a do procedimento.</p> <h2>Para que serve a ECT de manuten&ccedil;&atilde;o?</h2> <p>Pela l&oacute;gica, cessa a causa, cessa o efeito. Se o paciente responde bem ao tratamento, pode ser realizada a ECT de manuten&ccedil;&atilde;o, com periodicidade vari&aacute;vel. Como ensina o Prof. Max Fink, da Univ. de Nova Iorque (NYU), se at&eacute; aquele momento o paciente n&atilde;o respondeu aos medicamentos, n&atilde;o h&aacute; nenhuma evid&ecirc;ncia de que isso magicamente ocorrer&aacute; ap&oacute;s a ECT. &Eacute; uma medida prudente, pois as reca&iacute;das s&atilde;o muito freq&uuml;entes nos casos graves. N&atilde;o h&aacute; limite para o n&uacute;mero m&aacute;ximo de aplica&ccedil;&otilde;es que uma pessoa pode receber em um esquema de manuten&ccedil;&atilde;o. A ECT n&atilde;o causa dano cerebral - pelo contr&aacute;rio! Est&aacute; demonstrado que a ECT aumenta a libera&ccedil;&atilde;o de BDNF (fator neuro</p> <h2>Quais as contra-indica&ccedil;&otilde;es?</h2> <p>A ECT &eacute; contra indicada em casos de infarto do mioc&aacute;rdio recente (at&eacute; 6 meses), condi&ccedil;&otilde;es que aumentam a press&atilde;o intracraniana (tumores ou hematomas), aneurisma cerebral ou sangramentos cerebrais ("derrames"). Arritmias do cora&ccedil;&atilde;o devem ser avaliadas por um cardiologista, pois a maioria n&atilde;o contra-indica a utiliza&ccedil;&atilde;o de ECT. Condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas cr&ocirc;nicas, como diabetes, hipertens&atilde;o, doen&ccedil;as pulmonares e cardiol&oacute;gicas devem estar bem compensadas</p> <h2>Orienta&ccedil;&otilde;es e preparo antes do tratamento</h2> <p>Os agendamentos de datas e retornos devem ser bem observados.</p> <p>Na data marcada, o paciente dever&aacute;:</p> <ul style="list-style-type: circle;"> <li>Vir acompanhado por pessoa maior de 18 anos (voc&ecirc; precisar&aacute; de um acompanhante para ir embora ap&oacute;s o procedimento!)</li> <li>Estar em jejum, iniciado &agrave;s 8h antes do hor&aacute;rio agendado para o tratamento. &Aacute;gua pura (<span style="text-decoration: underline;"><strong>SOMENTE &Aacute;GUA!</strong></span>) pode ser bebida at&eacute; 4 horas antes do hor&aacute;rio agendado para o tratamento.&nbsp;Pacientes que fa&ccedil;am uso de medica&ccedil;&atilde;o para hipertens&atilde;o devem ingeri-la com pouca &aacute;gua (10ml), 4(quatro) horas antes da ECT.&nbsp;</li> <li>Comunicar o m&eacute;dico no caso de portar qualquer tipo de alergia.</li> <li>Comunicar qualquer desconforto ou efeito colateral ocorrido na sess&atilde;o anterior!</li> <li>Discutir com o seu m&eacute;dico e com o m&eacute;dico da equipe de ECT suspens&atilde;o de medicamentos anticonvulsivantes, como carbamazepina, topiramato, oxcarbazepina, lamotrigina e todos os de "tarja preta"/"calmantes" (como Rivotril, Frontal). Em geral, recomendamos n&atilde;o ingerir estes medicamentos no dia da ECT e limitar seu consumo na v&eacute;spera, sempre a crit&eacute;rio m&eacute;dico.&nbsp;</li> <li>Vir com os cabelos limpos e secos e com roupas confort&aacute;veis e abotoadas na frente.</li> <li>Trazer roupas extras para troca, caso seja necess&aacute;rio.</li> <li>N&atilde;o usar esmalte (ao menos em um dedo) e maquiagem no dia do tratamento, para facilitar a observa&ccedil;&atilde;o da colora&ccedil;&atilde;o da pele e extremidades.</li> <li>Retirar &oacute;culos, lentes de contato, pr&oacute;teses auditiva e dent&aacute;ria m&oacute;veis, grampos e adornos de cabelo, rel&oacute;gio, j&oacute;ias ou qualquer outro objeto de metal antes do procedimento, deixando-os com o acompanhante.</li> </ul> <h2>O que &eacute; eletroconvulsoterapia?</h2> <p>&Eacute; a aplica&ccedil;&atilde;o de um est&iacute;mulo el&eacute;trico no c&eacute;rebro, sob anestesia geral e monitoriza&ccedil;&atilde;o, com o objetivo de produzir uma convuls&atilde;o terap&ecirc;utica.</p> <h2>Para que serve?</h2> <p>Em geral &eacute; usada &nbsp;como &uacute;ltimo recurso no tratamento de quadros psiqui&aacute;tricos graves resistente &agrave; terapia com medicamentos (depress&atilde;o, esquizofrenia, bipolaridade), psicoterapia ou a outras formas de neuromodula&ccedil;&atilde;o. Pacientes com sintomas residuais incapacitantes tamb&eacute;m se beneficiam. Tamb&eacute;m &eacute; uma escolha em casos onde a resposta r&aacute;pida &eacute; importante. &Eacute; especificamente eficaz em transtornos psiqui&aacute;tricos graves como mania e catatonia e em situa&ccedil;&otilde;es de elevado risco de suic&iacute;dio.</p> <p>S&atilde;o indica&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis:</p> <ol> <li>Depress&atilde;o grave e refrat&aacute;ria, bem como quadros depressivos com sintomas residuais refrat&aacute;rios e incapacitantes;</li> <li>Transtorno Bipolar, mania grave com ou sem psicose;</li> <li>Catatonia;</li> <li>Situa&ccedil;&otilde;es Cl&iacute;nicas espec&iacute;ficas: quadros graves de depress&atilde;o com ou sem psicose em idosos, como Sd. de Cotard, quadros graves do humor ou psic&oacute;ticos na gesta&ccedil;&atilde;o; S&iacute;ndrome neurol&eacute;ptica maligna, risco de suic&iacute;dio alto e iminente;</li> <li>Doen&ccedil;a de Parkinson;</li> <li>Epilepsia refrat&aacute;ria.</li> <li>Agressividade severa e refrat&aacute;ria nas defici&ecirc;ncias intelectuais (autismo severo e outras formas de retardo mental grave e profundo), com comportamentos auto e heteroagressivos, que coloquem a integridade da pr&oacute;pria pessoa e de seus familiares em risco. Em geral, se indica ECT em quadros dram&aacute;ticos, que n&atilde;o respondam a diversas estrat&eacute;gias farmacol&oacute;gicas (inclusive combinadas, em doses efetivas) e &agrave;s interven&ccedil;&otilde;es comportamentais. Geralmente s&atilde;o pacientes expostos a doses muito altas de psicof&aacute;rmacos e que necessitam de alguma forma de conten&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica com regularidade, praticamente di&aacute;ria. O paciente deve ter a &nbsp;indica&ccedil;&atilde;o pelo m&eacute;dico assistente e avalia&ccedil;&atilde;o pelo especialista em ECT. O procedimento s&oacute; &eacute; realizado com consentimento livre e esclarecido dos pais ou respons&aacute;veis.</li> </ol> <h2>Como funciona?</h2> <p>A descarga el&eacute;trica gerada pela ECT ajuda a regular a libera&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores no c&eacute;rebro, respons&aacute;veis pela transmiss&atilde;o de impulsos de informa&ccedil;&otilde;es de um neur&ocirc;nio para o outro. No longo prazo &eacute; capaz de ativar a plasticidade cerebral, melhorando as conex&otilde;es e o funcionamento das redes neuronais.</p> <h2>Como &eacute; realizada?</h2> <p>A aplica&ccedil;&atilde;o da ECT &eacute; feita por meio de dois eletrodos, colocados em determinados pontos do cr&acirc;nio, de acordo com a &aacute;rea que se quer estimular (em geral, bitemporal, bifrontal ou unilateral direito). O paciente &eacute; anestesiado antes do procedimento tem sua freq&uuml;&ecirc;ncia card&iacute;aca e press&atilde;o arterial monitoradas e &eacute; assistido por equipe composta por psiquiatra, anestesista, enfermeiros, t&eacute;cnicos e auxiliares de enfermagem. Sempre &eacute; feita em sala de procedimentos adequada para tal, de acordo com as normas do Conselho Federal de Medicina.</p> <h2>Quanto tempo dura o procedimento?</h2> <p>O tempo total do procedimento &eacute; de cerca de 30 minutos. O paciente recebe uma anestesia de curta dura&ccedil;&atilde;o e permanece na sala de recupera&ccedil;&atilde;o sob os cuidadosda equipe de enfermagem, at&eacute; sentir-se bem. Ap&oacute;s, recebe um lanche e j&aacute; pode retornar para casa.</p> <h2>Quantas aplica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o necess&aacute;rias?</h2> <p>A ECT costuma ser realizada duas ou tr&ecirc;s vezes por semana, sendo necess&aacute;rias, em m&eacute;dia, de 6 a 12 aplica&ccedil;&otilde;es para que se atinja os resultados esperados. A freq&uuml;&ecirc;ncia e o n&uacute;mero de aplica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o decididos em consenso entre o m&eacute;dico do paciente que indicou a ECT e a equipe especializada. A resposta &eacute; bastante individualizada, e depende de muitos fatores, como gravidade, tempo de doen&ccedil;a e diagn&oacute;stico, al&eacute;m dos par&acirc;metros da estimula&ccedil;&atilde;o. Desta forma, h&aacute; pessoas que demoram mais tempo para responder ao tratamento, n&atilde;o havendo uma regra fixa quanto ao n&uacute;mero de sess&otilde;es.</p> <h2>Quais os resultados?</h2> <p>O resultado &eacute; superior ao obtido com rem&eacute;dios. Enquanto a resposta ao tratamento com antidepressivo &eacute; da ordem de 60/70%, a ECT chega a 90% de resposta, mesmo recebendo pacientes mais graves e refrat&aacute;rios. Outra vantagem &eacute; que os efeitos da ECT s&atilde;o mais r&aacute;pidos.</p> <h2>Quais os efeitos colaterais?</h2> <p>Dor de cabe&ccedil;a, dor muscular (que melhora com analg&eacute;sicos comuns), n&aacute;useas (tamb&eacute;m facilmente trat&aacute;vel) e altera&ccedil;&otilde;es na mem&oacute;ria, recuperada no prazo m&aacute;ximo de seis meses. As altera&ccedil;&otilde;es na mem&oacute;ria geralmente s&atilde;o para eventos recentes. Os equipamentos e as t&eacute;cnicas mais modernas permitem minimizar este efeito. Mem&oacute;rias mais antigas, como autobiogr&aacute;fica, fica preservada. Mas pode haver algum problema tempor&aacute;rio nas atividades do cotidiano, como trabalho e estudo, que melhoram ap&oacute;s o ciclo de tratamento. Na decis&atilde;o cl&iacute;nica, compartilhada com o paciente, os benef&iacute;cios esperados precisam ser maiores que os riscos.</p> <h2>Quais os riscos?</h2> <p>Os riscos est&atilde;o relacionados &agrave; anestesia. Podemos comparar ao risco de qualquer procedimento ambulatorial, como uma lipoaspira&ccedil;&atilde;o. As complica&ccedil;&otilde;es graves ocorrem em 1 a cada 100.000 procedimentos. Assim, antes do in&iacute;cio das aplica&ccedil;&otilde;es, s&atilde;o realizados exames laboratoriais (hemograma, glicemia, n&iacute;vel s&eacute;rico de pot&aacute;ssio), eletrocardiograma, exame de fundo-de-olho ou tomografia de cr&acirc;nio, radiografia de t&oacute;rax, avalia&ccedil;&otilde;es cardiol&oacute;gica e odontol&oacute;gica. Isso garante a seguran&ccedil;a do procedimento.</p> <h2>Para que serve a ECT de manuten&ccedil;&atilde;o?</h2> <p>Pela l&oacute;gica, cessa a causa, cessa o efeito. Se o paciente responde bem ao tratamento, pode ser realizada a ECT de manuten&ccedil;&atilde;o, com periodicidade vari&aacute;vel. Como ensina o Prof. Max Fink, da Univ. de Nova Iorque (NYU), se at&eacute; aquele momento o paciente n&atilde;o respondeu aos medicamentos, n&atilde;o h&aacute; nenhuma evid&ecirc;ncia de que isso magicamente ocorrer&aacute; ap&oacute;s a ECT. &Eacute; uma medida prudente, pois as reca&iacute;das s&atilde;o muito freq&uuml;entes nos casos graves. N&atilde;o h&aacute; limite para o n&uacute;mero m&aacute;ximo de aplica&ccedil;&otilde;es que uma pessoa pode receber em um esquema de manuten&ccedil;&atilde;o. A ECT n&atilde;o causa dano cerebral - pelo contr&aacute;rio! Est&aacute; demonstrado que a ECT aumenta a libera&ccedil;&atilde;o de BDNF (fator neuro</p> <h2>Quais as contra-indica&ccedil;&otilde;es?</h2> <p>A ECT &eacute; contra indicada em casos de infarto do mioc&aacute;rdio recente (at&eacute; 6 meses), condi&ccedil;&otilde;es que aumentam a press&atilde;o intracraniana (tumores ou hematomas), aneurisma cerebral ou sangramentos cerebrais ("derrames"). Arritmias do cora&ccedil;&atilde;o devem ser avaliadas por um cardiologista, pois a maioria n&atilde;o contra-indica a utiliza&ccedil;&atilde;o de ECT. Condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas cr&ocirc;nicas, como diabetes, hipertens&atilde;o, doen&ccedil;as pulmonares e cardiol&oacute;gicas devem estar bem compensadas</p> <h2>Orienta&ccedil;&otilde;es e preparo antes do tratamento</h2> <p>Os agendamentos de datas e retornos devem ser bem observados.</p> <p>Na data marcada, o paciente dever&aacute;:</p> <ul style="list-style-type: circle;"> <li>Vir acompanhado por pessoa maior de 18 anos (voc&ecirc; precisar&aacute; de um acompanhante para ir embora ap&oacute;s o procedimento!)</li> <li>Estar em jejum, iniciado &agrave;s 8h antes do hor&aacute;rio agendado para o tratamento. &Aacute;gua pura (<span style="text-decoration: underline;"><strong>SOMENTE &Aacute;GUA!</strong></span>) pode ser bebida at&eacute; 4 horas antes do hor&aacute;rio agendado para o tratamento.&nbsp;Pacientes que fa&ccedil;am uso de medica&ccedil;&atilde;o para hipertens&atilde;o devem ingeri-la com pouca &aacute;gua (10ml), 4(quatro) horas antes da ECT.&nbsp;</li> <li>Comunicar o m&eacute;dico no caso de portar qualquer tipo de alergia.</li> <li>Comunicar qualquer desconforto ou efeito colateral ocorrido na sess&atilde;o anterior!</li> <li>Discutir com o seu m&eacute;dico e com o m&eacute;dico da equipe de ECT suspens&atilde;o de medicamentos anticonvulsivantes, como carbamazepina, topiramato, oxcarbazepina, lamotrigina e todos os de "tarja preta"/"calmantes" (como Rivotril, Frontal). Em geral, recomendamos n&atilde;o ingerir estes medicamentos no dia da ECT e limitar seu consumo na v&eacute;spera, sempre a crit&eacute;rio m&eacute;dico.&nbsp;</li> <li>Vir com os cabelos limpos e secos e com roupas confort&aacute;veis e abotoadas na frente.</li> <li>Trazer roupas extras para troca, caso seja necess&aacute;rio.</li> <li>N&atilde;o usar esmalte (ao menos em um dedo) e maquiagem no dia do tratamento, para facilitar a observa&ccedil;&atilde;o da colora&ccedil;&atilde;o da pele e extremidades.</li> <li>Retirar &oacute;culos, lentes de contato, pr&oacute;teses auditiva e dent&aacute;ria m&oacute;veis, grampos e adornos de cabelo, rel&oacute;gio, j&oacute;ias ou qualquer outro objeto de metal antes do procedimento, deixando-os com o acompanhante.</li> </ul> Eletroconvulsoterapia - Clínica de ECT 2008-06-29T16:50:09-03:00 2008-06-29T16:50:09-03:00 https://www.sospsiquiatria.com/o-que-e-ect.html Dr. Rafael Bernardon dr.rafael@sospsiquiatria.com <h2>Introdu&ccedil;&atilde;o</h2> <p class="uk-text-justify; uk-text-justify">



Historicamente, a convulsoterapia (ECT), surge como tratamento em pacientes psiqui&aacute;tricos em 1934 pelo m&eacute;dico h&uacute;ngaro Ladislas Joseph Von Meduna, com a da infus&atilde;o de f&aacute;rmacos como c&acirc;nfora e pentilenotetrazol, o cardiazol. Em 1937, os italianos Lucio Bini e Ugo Cerletti desenvolveram os m&eacute;todos de eletroconvulsoterapia, n&atilde;o sendo necess&aacute;rio utilizar drogas excitantes do sistema nervoso central. Foi considerada pelos seus pioneiros, como o Prof. Max Fink de Nova Iorque, "a penicilina da Psiquiatria". Ao longo dos anos, a ECT desenvolveu-se tanto na t&eacute;cnica como na sistematiza&ccedil;&atilde;o nestes 70 anos de hist&oacute;ria.</p> <p class="uk-text-justify; uk-text-justify">O uso de modernos aparelhos que operam a pulsos breves e ultrabreves permite o ajuste do estimulo el&eacute;trico aplicado a cada paciente, com a mesma efic&aacute;cia. Ou seja, como no caso dos medicamentos, podemos ajustar a dose exata, em termos de carga el&eacute;trica (miliCoulombs), aplicando o m&iacute;nimo necess&aacute;rio a cada pessoa. Desta forma, minimizamos os efeitos colaterais, com o mesmo efeito positivo, terap&ecirc;utico.</p> <p class="uk-text-justify; uk-text-justify">A anestesia tornou-se obrigat&oacute;ria, com f&aacute;rmaco de curta dura&ccedil;&atilde;o e manuseio controlado, promovendo inconsci&ecirc;ncia no per&iacute;odo pr&eacute;-convulsivo, assim como relaxamento muscular parcial, evitando fraturas e dores musculares. O paciente tem o conforto de n&atilde;o ver ou sentir nada. E a ECT, de fato, n&atilde;o busca os abalos musculares, mas, como um tipo de estimula&ccedil;&atilde;o cerebral, justamente estimular o c&eacute;rebro. Este efeito secund&aacute;rio &eacute; dispens&aacute;vel (a convuls&atilde;o t&ocirc;nico-cl&ocirc;nica), sendo bloqueada quase totalmente pelos relaxantes musculares, como a succinil-colina.</p> <h2>Aparelho Thymatron IV</h2> <p><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/thymaton_system_4-lg.gif" alt="" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /> <img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/ect%20eeg%20thymatron%20com%20legenda.jpg" alt="EEG Thymatron" width="450" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" border="0" /> <img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/ect2.png" alt="" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p> <h2>Indica&ccedil;&otilde;es</h2> <ul style="list-style-type: circle;"> <li>Transtornos afetivos graves (RISCO DE SUIC&Iacute;DIO)</li> <li>Catatonia</li> <li>Impossibilidade ou intoler&acirc;ncia ao uso de medicamentos (Gesta&ccedil;&atilde;o e pacientes idosos)
</li> <li>P&oacute;s s&iacute;ndrome neurol&eacute;ptica maligna
</li> <li>Risco de suic&iacute;dio
</li> <li>Psicoses refrat&aacute;rias
</li> <li>Boa resposta pr&eacute;via a ECT
</li> <li>Parkinson
</li> <li>Casos refrat&aacute;rios em geral

</li> </ul> <h2>Seguran&ccedil;a</h2> <p class="uk-text-justify">A eletroconvulsoterapia &eacute; m&eacute;todo bastante seguro se respeitadas todas as etapas na triagem cl&iacute;nica e realizada de maneira adequada. Para se ter uma ideia, a taxa de complica&ccedil;&otilde;es graves nos servi&ccedil;os da Santa Casa de S&atilde;o Paulo (CAISM) e da USP &eacute; desprez&iacute;vel. Recordo-me de alguns casos que necessitaram de suporte cl&iacute;nico - n&atilde;o mais que 5 - sem &oacute;bitos. As estat&iacute;sticas americanas apontam para 1 caso de complica&ccedil;&atilde;o para cada 100.000 aplica&ccedil;&otilde;es, taxa id&ecirc;ndica &agrave; das cirurgias ambulatoriais, como coloca&ccedil;&atilde;o de silicone nas mamas ou uma lipoaspira&ccedil;&atilde;o. Os principais efeitos adversos que podem ocorrer no p&oacute;s-ictal imediato s&atilde;o: dismn&eacute;sia, confus&atilde;o (delirium), cefal&eacute;ia, n&aacute;useas e pico hipertesivo, todos pass&iacute;veis de tratamento medicamentoso. A amn&eacute;sia lacunar &eacute; comum. N&atilde;o podemos desprezar os efeitos sobre a mem&oacute;ria, o desconforto que isto pode causar; o especialista em ECT deve empreeender todos os esfor&ccedil;os para minimiz&aacute;-los, atrav&eacute;s de uso de pulsos breves e ultrabreves e posicionamento de eletrodos na regi&atilde;o bifrontal ou unilateral no hemisf&eacute;rio n&atilde;o-dominante (em geral, &agrave; Direita - abaixo <span class="uk-text-justify">figura).</span> Tudo isto, sempre que poss&iacute;vel. Tardiamente, nenhum estudo neuropsicol&oacute;gico ou an&aacute;tomo-patol&oacute;gico demonstra dano permanente6. A rea&ccedil;&atilde;o &eacute; muito individual e vari&aacute;vel. H&aacute; pacientes que conseguem trabalhar no mesmo dia; outros necessitam de um dia de repouso. Da mesma forma, h&aacute; muitos, uma maioria, cujo d&eacute;ficit de mem&oacute;ria limita-se a fatos recentes, e &eacute; discreto; outros, uma minoria, pode ter queixas mais significativas, algo raro com as t&eacute;cnicas modernas atuais.</p> <h2>Posicionamentos comuns dos eletrodos para aplica&ccedil;&atilde;o do est&iacute;mulo:</h2> <h2><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/captura de tela 2014-07-29 s 21.47.48.png" alt="" style="line-height: 1.3em; font-size: medium; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" border="0" /> Aparelho MECTA Spectrum e monitores <img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/5000q.jpg" alt="" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/DSC01137.JPG" alt="" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></h2> <h2>Regulamenta&ccedil;&atilde;o</h2> <p>A ECT &eacute; regulamentada no Brasil pela resolu&ccedil;&atilde;o do Conselho Federal de Medicina (CFM) de n&uacute;mero 2057/2013, que substituiu a 1640/2002: &ldquo;Art. 21. A eletroconvulsoterapia (ECT) deve ser realizada em ambiente com infraestrutura adequada de suporte &agrave; vida e a procedimentos anest&eacute;sicos e de recupera&ccedil;&atilde;o, conforme o &ldquo;Manual de Vistoria e Fiscaliza&ccedil;&atilde;o da Medicina no Brazil&rdquo;.</p> <p>Art. 22. A ECT &eacute; um ato m&eacute;dico; portanto, sua indica&ccedil;&atilde;o, realiza&ccedil;&atilde;o e acompanhamento s&atilde;o de responsabilidade dos m&eacute;dicos que dela participarem.</p> <p>Art. 23. A ECT tem indica&ccedil;&otilde;es precisas e espec&iacute;ficas na literatura m&eacute;dica, n&atilde;o se tratando de terap&ecirc;utica de exce&ccedil;&atilde;o. Par&aacute;grafo &uacute;nico. O uso da ECT em crian&ccedil;as (idade inferior a 16 anos) somente deve ser feito em condi&ccedil;&otilde;es excepcionais.</p> <p>Art. 24. A avalia&ccedil;&atilde;o do estado cl&iacute;nico geral do paciente antes da ECT &eacute; obrigat&oacute;ria, em especial as condi&ccedil;&otilde;es cardiovasculares, respirat&oacute;rias e neurol&oacute;gicas. Par&aacute;grafo &uacute;nico. Obriga-se o m&eacute;dico a observar as contraindica&ccedil;&otilde;es formais para a aplica&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica.</p> <p>Art. 25. A ECT s&oacute; pode ser realizada com anestesia.</p> <p>Art. 26. Os aparelhos de ECT devem ser m&aacute;quinas modernas, registradas e certificadas pela Anvisa.</p> <p>Par&aacute;grafo &uacute;nico: O ambiente seguro para a asministra&ccedil;&atilde;o deste procesimento est&aacute; descrito no manual constante em anexo.&rdquo;</p> <p>Vale, no entanto, retomar o disposto na resolu&ccedil;&atilde;o anterior, no seu artigo 9&ordm;: &ldquo;A eletroconvulsoterapia tem indica&ccedil;&otilde;es precisas e espec&iacute;ficas, n&atilde;o se tratando, por conseguinte, de terap&ecirc;utica de exce&ccedil;&atilde;o.
</p> <p>Par&aacute;grafo primeiro - Suas principais indica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o: depress&atilde;o maior unipolar e bipolar; mania (em especial, epis&oacute;dios mistos e psic&oacute;ticos); certas formas de esquizofrenia (em particular, a forma catat&ocirc;nica), certas formas agudas e produtivas resistentes aos neurol&eacute;pticos atuais; transtorno esquizoafetivo; certas condi&ccedil;&otilde;es mentais secund&aacute;rias &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas (estados confusionais e catat&ocirc;nicos secund&aacute;rios aa doen&ccedil;as t&oacute;xicas e metab&oacute;licas); certas formas de doen&ccedil;a de Parkinson; pacientes que apresentam impossibilidade do uso de terap&ecirc;utica psicofarmacol&oacute;gica.
Par&aacute;grafo segundo &ndash; O uso da eletroconvulsoterapia em crian&ccedil;as e adolescentes at&eacute; 16 anos dever&aacute; ser evitado, salvo em condi&ccedil;&otilde;es excepcionais.&rdquo;
</p> <p>A ECT tamb&eacute;m encontra respaldo no &acirc;mbito do CRM-SP, como mostra o texto da consulta n&ordm; 118.723/04. Portanto, trata-se de procedimento m&eacute;dico reconhecido nacional e internacionalmente como uma op&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica em psiquiatria 4,5,6.

</p> <h2>Avalia&ccedil;&atilde;o inicial do paciente (pr&eacute;-ECT)


</h2> <ol style="list-style-type: lower-alpha;"> <li>Eletrocardiograma;
</li> <li>Raio-x de t&oacute;rax PA e perfil;
</li> <li>Exame de imagem cerebral, preferencialmente Resson&acirc;ncia Magn&eacute;tica, podendo ser substitu&iacute;da por Tomografia de cr&acirc;nio (6 meses de validade);
</li> <li>Exames Laboratoriais: hemograma completo; dosagem de s&oacute;dio e pot&aacute;ssio; glicemia; ur&eacute;ia; creatinina; Coagulograma, enzimas hep&aacute;ticas (TGO, TGP, FA, GGT), TSH/T4 livre;
</li> <li>Avalia&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica; 
</li> <li>Avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica pr&eacute;-anest&eacute;sica;
</li> <li>Assinatura de Termo de Consentimento Informado pelo paciente ou seu respons&aacute;vel.</li> </ol> <h2>MECTA SPECTRUM</h2> <h2><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/5000q.jpg" alt="" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" border="0" /> <img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/ect1.png" alt="" width="573" height="210" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /> Cuidados</h2> <ul style="list-style-type: circle;"> <li>Suspender uso de carbonato de l&iacute;tio;</li> <li>Diminuir ao m&aacute;ximo as doses de anticonvulsivantes e benzodiazep&iacute;nicos;</li> <li>Informar &agrave; equipe do servi&ccedil;o de ECT todos os medicamentos que est&atilde;o em uso;</li> <li>Em caso de uso de IMAO (inibidores da monoaminoxidase), cuidado redobrado na necessidade de informar todos os m&eacute;dicos (psiquiatra e anestesista);</li> <li>Retirar pr&oacute;teses dent&aacute;rias;</li> <li>Vir acompanhado</li> </ul> <h2>Contra-indica&ccedil;&otilde;es</h2> <p>Absolutas: processos expansivos intra-cerebrais, coagulopatias, AVC ou IAM recentes, Insufici&ecirc;ncia Card&iacute;aca ou Hipertens&atilde;o Arterial descompensada.</p> <h2>Onde Buscar este tratamento?</h2> <h2><a href="http://www.clinicaect.com" rel="alternate" style="color: #666699;"><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/help-1.jpg" alt="" width="183" height="183" />www.clinicaect.com</a></h2> <p class="uk-text-bold">Se voc&ecirc; teve este tratamento indicado e n&atilde;o consegue ach&aacute;-lo na rede p&uacute;blica,<a href="https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?hl=pt_BR&amp;formkey=dFdlc1FmdXpEajZOWWowYV9EaXo4TEE6MQ#gid=0" style="color: #000000;">responda &agrave; nossa pesquisa:&nbsp;<img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/edit_f2.png" alt="" border="0" /></a></p> <h2>Refer&ecirc;ncias

</h2> <ol> <li>Berlim MT, Turecki G. (2007) Definition, assessment, and staging of treatment-resistant refractory major depression: a review of current concepts and methods. Can J Psychiatry 52(1),46-54.</li> <li>Lewis, L &amp; Hoofnagle, L. (2003) Treatment-resistant depression: the patient perspective. Biol. Psychiatry 53,635-639.</li> <li>Synopsis of Psychiatry, Kaplan &amp; Sadock, 10&ordf; Edi&ccedil;&atilde;o, 2007.</li> <li>Tharyan P, Adams CE. Electroconvulsive therapy for schizophrenia (Cochrane Review). In: The Cochrane Library, Issue 2, 2007. Oxford: Update Software.</li> <li>Rigoatti SP et al. Eletroconvulsoterapia. 1&ordf; Edi&ccedil;&atilde;o, 2004.</li> <li>Abrams R, Electroconvulsive Therapy. 4th Edition, 2002.</li> <li>&nbsp;Gates JR, Dhuna A, Pascual-Leone A. Lack of pathologic changes in human temporal lobes after transcranial magnetic stimulation. Epilepsia, v. 33, p. 504-8, 1992.</li> <li>Nahas Z, DeBrux C, Chandler V, Lorberbaum JP, Speer AM, Molloy MA, Liberatos C, Risch SC, George MS. Lack of significant changes on magnetic resonance scans before and after 2 weeks of daily left prefrontal repetitive transcranial magnetic stimulation for depression. J ECT Dec 16(4):380-90,2000.</li> <li>Lisanby SH, Schlaepfer TE, Fisch HU. Magnetic seizure induction for the treatment of major depression. Arch Gen Psychiatry 58:303-5, 2001.</li> <li>Tess, A. V. and G. W. Smetana (2009). "Medical Evaluation of Patients Undergoing Electroconvulsive Therapy." New England Journal of Medicine 360(14): 1437-1444.</li> <li>SHIOZAWA, P. ; BRUNONI, A. R. ; ZANUTO, E. ; Cordeiro Q ; RIBEIRO RB . ECT de manuten&ccedil;&atilde;o no tratamento de paciente idosa com depress&atilde;o grave, refrat&aacute;ria e recorrente: relato de caso. Revista Debates em Psiquiatria, v. 3, p. 46-49, 2013.</li> <li>&nbsp;Merc&ecirc;des Jurema O Alves. Eletroconvulsoterapia &ndash; Introdu&ccedil;&atilde;o, Hist&oacute;rico, Defini&ccedil;&atilde;o, Indica&ccedil;&otilde;es e Contraindica&ccedil;&otilde;es. Revista Debates em Psiquiatria, Jan/Fev 2011, p 24-27. Dispon&iacute;vel <a href="https://www.dropbox.com/s/pfs806a6jhmqmbc/ect%20-%20Introdu%C3%A7%C3%A3o%2C%20Hist%C3%B3rico%2C%20Defini%C3%A7%C3%A3o%2C%20Indica%C3%A7%C3%B5es%20e%20contraindica%C3%A7%C3%B5es%202011%20revista_debates.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a></li> <li>ANTUNES, Paula Barros et al . Eletroconvulsoterapia na depress&atilde;o maior: aspectos atuais. Rev. Bras. Psiquiatr., S&atilde;o Paulo , v. 31, supl. 1, May 2009 . Available from <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1516-44462009000500005&amp;lng=en&amp;nrm=iso">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1516-44462009000500005&amp;lng=en&amp;nrm=iso </a></li> <li>MOSER, Carolina Meira; LOBATO, Maria In&ecirc;s and BELMONTE-DE-ABREU, Paulo. Evid&ecirc;ncias da efic&aacute;cia da eletroconvulsoterapia na pr&aacute;tica psiqui&aacute;trica. Rev. psiquiatr. Rio Gd. Sul [online]. 2005, vol.27, n.3 [cited 2014-07-27], pp. 302-310 . Available from: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0101-81082005000300009&amp;lng=en&amp;nrm=iso &nbsp;</li> <li>SALLEH, Mohamed Abou; PAPAKOSTAS, Ioannis; ZERVAS, Ioannis and CHRISTODOULOU, George. Eletroconvulsoterapia: crit&eacute;rios e recomenda&ccedil;&otilde;es da Associa&ccedil;&atilde;o Mundial de Psiquiatria. Rev. psiquiatr. cl&iacute;n. [online]. 2006, vol.33, n.5 [cited 2014-07-27], pp. 262-267 . Available from: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0101-60832006000500006&amp;lng=en&amp;nrm=iso</li> </ol> <h2>Introdu&ccedil;&atilde;o</h2> <p class="uk-text-justify; uk-text-justify">



Historicamente, a convulsoterapia (ECT), surge como tratamento em pacientes psiqui&aacute;tricos em 1934 pelo m&eacute;dico h&uacute;ngaro Ladislas Joseph Von Meduna, com a da infus&atilde;o de f&aacute;rmacos como c&acirc;nfora e pentilenotetrazol, o cardiazol. Em 1937, os italianos Lucio Bini e Ugo Cerletti desenvolveram os m&eacute;todos de eletroconvulsoterapia, n&atilde;o sendo necess&aacute;rio utilizar drogas excitantes do sistema nervoso central. Foi considerada pelos seus pioneiros, como o Prof. Max Fink de Nova Iorque, "a penicilina da Psiquiatria". Ao longo dos anos, a ECT desenvolveu-se tanto na t&eacute;cnica como na sistematiza&ccedil;&atilde;o nestes 70 anos de hist&oacute;ria.</p> <p class="uk-text-justify; uk-text-justify">O uso de modernos aparelhos que operam a pulsos breves e ultrabreves permite o ajuste do estimulo el&eacute;trico aplicado a cada paciente, com a mesma efic&aacute;cia. Ou seja, como no caso dos medicamentos, podemos ajustar a dose exata, em termos de carga el&eacute;trica (miliCoulombs), aplicando o m&iacute;nimo necess&aacute;rio a cada pessoa. Desta forma, minimizamos os efeitos colaterais, com o mesmo efeito positivo, terap&ecirc;utico.</p> <p class="uk-text-justify; uk-text-justify">A anestesia tornou-se obrigat&oacute;ria, com f&aacute;rmaco de curta dura&ccedil;&atilde;o e manuseio controlado, promovendo inconsci&ecirc;ncia no per&iacute;odo pr&eacute;-convulsivo, assim como relaxamento muscular parcial, evitando fraturas e dores musculares. O paciente tem o conforto de n&atilde;o ver ou sentir nada. E a ECT, de fato, n&atilde;o busca os abalos musculares, mas, como um tipo de estimula&ccedil;&atilde;o cerebral, justamente estimular o c&eacute;rebro. Este efeito secund&aacute;rio &eacute; dispens&aacute;vel (a convuls&atilde;o t&ocirc;nico-cl&ocirc;nica), sendo bloqueada quase totalmente pelos relaxantes musculares, como a succinil-colina.</p> <h2>Aparelho Thymatron IV</h2> <p><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/thymaton_system_4-lg.gif" alt="" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /> <img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/ect%20eeg%20thymatron%20com%20legenda.jpg" alt="EEG Thymatron" width="450" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" border="0" /> <img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/ect2.png" alt="" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p> <h2>Indica&ccedil;&otilde;es</h2> <ul style="list-style-type: circle;"> <li>Transtornos afetivos graves (RISCO DE SUIC&Iacute;DIO)</li> <li>Catatonia</li> <li>Impossibilidade ou intoler&acirc;ncia ao uso de medicamentos (Gesta&ccedil;&atilde;o e pacientes idosos)
</li> <li>P&oacute;s s&iacute;ndrome neurol&eacute;ptica maligna
</li> <li>Risco de suic&iacute;dio
</li> <li>Psicoses refrat&aacute;rias
</li> <li>Boa resposta pr&eacute;via a ECT
</li> <li>Parkinson
</li> <li>Casos refrat&aacute;rios em geral

</li> </ul> <h2>Seguran&ccedil;a</h2> <p class="uk-text-justify">A eletroconvulsoterapia &eacute; m&eacute;todo bastante seguro se respeitadas todas as etapas na triagem cl&iacute;nica e realizada de maneira adequada. Para se ter uma ideia, a taxa de complica&ccedil;&otilde;es graves nos servi&ccedil;os da Santa Casa de S&atilde;o Paulo (CAISM) e da USP &eacute; desprez&iacute;vel. Recordo-me de alguns casos que necessitaram de suporte cl&iacute;nico - n&atilde;o mais que 5 - sem &oacute;bitos. As estat&iacute;sticas americanas apontam para 1 caso de complica&ccedil;&atilde;o para cada 100.000 aplica&ccedil;&otilde;es, taxa id&ecirc;ndica &agrave; das cirurgias ambulatoriais, como coloca&ccedil;&atilde;o de silicone nas mamas ou uma lipoaspira&ccedil;&atilde;o. Os principais efeitos adversos que podem ocorrer no p&oacute;s-ictal imediato s&atilde;o: dismn&eacute;sia, confus&atilde;o (delirium), cefal&eacute;ia, n&aacute;useas e pico hipertesivo, todos pass&iacute;veis de tratamento medicamentoso. A amn&eacute;sia lacunar &eacute; comum. N&atilde;o podemos desprezar os efeitos sobre a mem&oacute;ria, o desconforto que isto pode causar; o especialista em ECT deve empreeender todos os esfor&ccedil;os para minimiz&aacute;-los, atrav&eacute;s de uso de pulsos breves e ultrabreves e posicionamento de eletrodos na regi&atilde;o bifrontal ou unilateral no hemisf&eacute;rio n&atilde;o-dominante (em geral, &agrave; Direita - abaixo <span class="uk-text-justify">figura).</span> Tudo isto, sempre que poss&iacute;vel. Tardiamente, nenhum estudo neuropsicol&oacute;gico ou an&aacute;tomo-patol&oacute;gico demonstra dano permanente6. A rea&ccedil;&atilde;o &eacute; muito individual e vari&aacute;vel. H&aacute; pacientes que conseguem trabalhar no mesmo dia; outros necessitam de um dia de repouso. Da mesma forma, h&aacute; muitos, uma maioria, cujo d&eacute;ficit de mem&oacute;ria limita-se a fatos recentes, e &eacute; discreto; outros, uma minoria, pode ter queixas mais significativas, algo raro com as t&eacute;cnicas modernas atuais.</p> <h2>Posicionamentos comuns dos eletrodos para aplica&ccedil;&atilde;o do est&iacute;mulo:</h2> <h2><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/captura de tela 2014-07-29 s 21.47.48.png" alt="" style="line-height: 1.3em; font-size: medium; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" border="0" /> Aparelho MECTA Spectrum e monitores <img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/5000q.jpg" alt="" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/DSC01137.JPG" alt="" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></h2> <h2>Regulamenta&ccedil;&atilde;o</h2> <p>A ECT &eacute; regulamentada no Brasil pela resolu&ccedil;&atilde;o do Conselho Federal de Medicina (CFM) de n&uacute;mero 2057/2013, que substituiu a 1640/2002: &ldquo;Art. 21. A eletroconvulsoterapia (ECT) deve ser realizada em ambiente com infraestrutura adequada de suporte &agrave; vida e a procedimentos anest&eacute;sicos e de recupera&ccedil;&atilde;o, conforme o &ldquo;Manual de Vistoria e Fiscaliza&ccedil;&atilde;o da Medicina no Brazil&rdquo;.</p> <p>Art. 22. A ECT &eacute; um ato m&eacute;dico; portanto, sua indica&ccedil;&atilde;o, realiza&ccedil;&atilde;o e acompanhamento s&atilde;o de responsabilidade dos m&eacute;dicos que dela participarem.</p> <p>Art. 23. A ECT tem indica&ccedil;&otilde;es precisas e espec&iacute;ficas na literatura m&eacute;dica, n&atilde;o se tratando de terap&ecirc;utica de exce&ccedil;&atilde;o. Par&aacute;grafo &uacute;nico. O uso da ECT em crian&ccedil;as (idade inferior a 16 anos) somente deve ser feito em condi&ccedil;&otilde;es excepcionais.</p> <p>Art. 24. A avalia&ccedil;&atilde;o do estado cl&iacute;nico geral do paciente antes da ECT &eacute; obrigat&oacute;ria, em especial as condi&ccedil;&otilde;es cardiovasculares, respirat&oacute;rias e neurol&oacute;gicas. Par&aacute;grafo &uacute;nico. Obriga-se o m&eacute;dico a observar as contraindica&ccedil;&otilde;es formais para a aplica&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica.</p> <p>Art. 25. A ECT s&oacute; pode ser realizada com anestesia.</p> <p>Art. 26. Os aparelhos de ECT devem ser m&aacute;quinas modernas, registradas e certificadas pela Anvisa.</p> <p>Par&aacute;grafo &uacute;nico: O ambiente seguro para a asministra&ccedil;&atilde;o deste procesimento est&aacute; descrito no manual constante em anexo.&rdquo;</p> <p>Vale, no entanto, retomar o disposto na resolu&ccedil;&atilde;o anterior, no seu artigo 9&ordm;: &ldquo;A eletroconvulsoterapia tem indica&ccedil;&otilde;es precisas e espec&iacute;ficas, n&atilde;o se tratando, por conseguinte, de terap&ecirc;utica de exce&ccedil;&atilde;o.
</p> <p>Par&aacute;grafo primeiro - Suas principais indica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o: depress&atilde;o maior unipolar e bipolar; mania (em especial, epis&oacute;dios mistos e psic&oacute;ticos); certas formas de esquizofrenia (em particular, a forma catat&ocirc;nica), certas formas agudas e produtivas resistentes aos neurol&eacute;pticos atuais; transtorno esquizoafetivo; certas condi&ccedil;&otilde;es mentais secund&aacute;rias &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas (estados confusionais e catat&ocirc;nicos secund&aacute;rios aa doen&ccedil;as t&oacute;xicas e metab&oacute;licas); certas formas de doen&ccedil;a de Parkinson; pacientes que apresentam impossibilidade do uso de terap&ecirc;utica psicofarmacol&oacute;gica.
Par&aacute;grafo segundo &ndash; O uso da eletroconvulsoterapia em crian&ccedil;as e adolescentes at&eacute; 16 anos dever&aacute; ser evitado, salvo em condi&ccedil;&otilde;es excepcionais.&rdquo;
</p> <p>A ECT tamb&eacute;m encontra respaldo no &acirc;mbito do CRM-SP, como mostra o texto da consulta n&ordm; 118.723/04. Portanto, trata-se de procedimento m&eacute;dico reconhecido nacional e internacionalmente como uma op&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica em psiquiatria 4,5,6.

</p> <h2>Avalia&ccedil;&atilde;o inicial do paciente (pr&eacute;-ECT)


</h2> <ol style="list-style-type: lower-alpha;"> <li>Eletrocardiograma;
</li> <li>Raio-x de t&oacute;rax PA e perfil;
</li> <li>Exame de imagem cerebral, preferencialmente Resson&acirc;ncia Magn&eacute;tica, podendo ser substitu&iacute;da por Tomografia de cr&acirc;nio (6 meses de validade);
</li> <li>Exames Laboratoriais: hemograma completo; dosagem de s&oacute;dio e pot&aacute;ssio; glicemia; ur&eacute;ia; creatinina; Coagulograma, enzimas hep&aacute;ticas (TGO, TGP, FA, GGT), TSH/T4 livre;
</li> <li>Avalia&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica; 
</li> <li>Avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica pr&eacute;-anest&eacute;sica;
</li> <li>Assinatura de Termo de Consentimento Informado pelo paciente ou seu respons&aacute;vel.</li> </ol> <h2>MECTA SPECTRUM</h2> <h2><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/5000q.jpg" alt="" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" border="0" /> <img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/ect1.png" alt="" width="573" height="210" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /> Cuidados</h2> <ul style="list-style-type: circle;"> <li>Suspender uso de carbonato de l&iacute;tio;</li> <li>Diminuir ao m&aacute;ximo as doses de anticonvulsivantes e benzodiazep&iacute;nicos;</li> <li>Informar &agrave; equipe do servi&ccedil;o de ECT todos os medicamentos que est&atilde;o em uso;</li> <li>Em caso de uso de IMAO (inibidores da monoaminoxidase), cuidado redobrado na necessidade de informar todos os m&eacute;dicos (psiquiatra e anestesista);</li> <li>Retirar pr&oacute;teses dent&aacute;rias;</li> <li>Vir acompanhado</li> </ul> <h2>Contra-indica&ccedil;&otilde;es</h2> <p>Absolutas: processos expansivos intra-cerebrais, coagulopatias, AVC ou IAM recentes, Insufici&ecirc;ncia Card&iacute;aca ou Hipertens&atilde;o Arterial descompensada.</p> <h2>Onde Buscar este tratamento?</h2> <h2><a href="http://www.clinicaect.com" rel="alternate" style="color: #666699;"><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/help-1.jpg" alt="" width="183" height="183" />www.clinicaect.com</a></h2> <p class="uk-text-bold">Se voc&ecirc; teve este tratamento indicado e n&atilde;o consegue ach&aacute;-lo na rede p&uacute;blica,<a href="https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?hl=pt_BR&amp;formkey=dFdlc1FmdXpEajZOWWowYV9EaXo4TEE6MQ#gid=0" style="color: #000000;">responda &agrave; nossa pesquisa:&nbsp;<img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/edit_f2.png" alt="" border="0" /></a></p> <h2>Refer&ecirc;ncias

</h2> <ol> <li>Berlim MT, Turecki G. (2007) Definition, assessment, and staging of treatment-resistant refractory major depression: a review of current concepts and methods. Can J Psychiatry 52(1),46-54.</li> <li>Lewis, L &amp; Hoofnagle, L. (2003) Treatment-resistant depression: the patient perspective. Biol. Psychiatry 53,635-639.</li> <li>Synopsis of Psychiatry, Kaplan &amp; Sadock, 10&ordf; Edi&ccedil;&atilde;o, 2007.</li> <li>Tharyan P, Adams CE. Electroconvulsive therapy for schizophrenia (Cochrane Review). In: The Cochrane Library, Issue 2, 2007. Oxford: Update Software.</li> <li>Rigoatti SP et al. Eletroconvulsoterapia. 1&ordf; Edi&ccedil;&atilde;o, 2004.</li> <li>Abrams R, Electroconvulsive Therapy. 4th Edition, 2002.</li> <li>&nbsp;Gates JR, Dhuna A, Pascual-Leone A. Lack of pathologic changes in human temporal lobes after transcranial magnetic stimulation. Epilepsia, v. 33, p. 504-8, 1992.</li> <li>Nahas Z, DeBrux C, Chandler V, Lorberbaum JP, Speer AM, Molloy MA, Liberatos C, Risch SC, George MS. Lack of significant changes on magnetic resonance scans before and after 2 weeks of daily left prefrontal repetitive transcranial magnetic stimulation for depression. J ECT Dec 16(4):380-90,2000.</li> <li>Lisanby SH, Schlaepfer TE, Fisch HU. Magnetic seizure induction for the treatment of major depression. Arch Gen Psychiatry 58:303-5, 2001.</li> <li>Tess, A. V. and G. W. Smetana (2009). "Medical Evaluation of Patients Undergoing Electroconvulsive Therapy." New England Journal of Medicine 360(14): 1437-1444.</li> <li>SHIOZAWA, P. ; BRUNONI, A. R. ; ZANUTO, E. ; Cordeiro Q ; RIBEIRO RB . ECT de manuten&ccedil;&atilde;o no tratamento de paciente idosa com depress&atilde;o grave, refrat&aacute;ria e recorrente: relato de caso. Revista Debates em Psiquiatria, v. 3, p. 46-49, 2013.</li> <li>&nbsp;Merc&ecirc;des Jurema O Alves. Eletroconvulsoterapia &ndash; Introdu&ccedil;&atilde;o, Hist&oacute;rico, Defini&ccedil;&atilde;o, Indica&ccedil;&otilde;es e Contraindica&ccedil;&otilde;es. Revista Debates em Psiquiatria, Jan/Fev 2011, p 24-27. Dispon&iacute;vel <a href="https://www.dropbox.com/s/pfs806a6jhmqmbc/ect%20-%20Introdu%C3%A7%C3%A3o%2C%20Hist%C3%B3rico%2C%20Defini%C3%A7%C3%A3o%2C%20Indica%C3%A7%C3%B5es%20e%20contraindica%C3%A7%C3%B5es%202011%20revista_debates.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a></li> <li>ANTUNES, Paula Barros et al . Eletroconvulsoterapia na depress&atilde;o maior: aspectos atuais. Rev. Bras. Psiquiatr., S&atilde;o Paulo , v. 31, supl. 1, May 2009 . Available from <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1516-44462009000500005&amp;lng=en&amp;nrm=iso">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1516-44462009000500005&amp;lng=en&amp;nrm=iso </a></li> <li>MOSER, Carolina Meira; LOBATO, Maria In&ecirc;s and BELMONTE-DE-ABREU, Paulo. Evid&ecirc;ncias da efic&aacute;cia da eletroconvulsoterapia na pr&aacute;tica psiqui&aacute;trica. Rev. psiquiatr. Rio Gd. Sul [online]. 2005, vol.27, n.3 [cited 2014-07-27], pp. 302-310 . Available from: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0101-81082005000300009&amp;lng=en&amp;nrm=iso &nbsp;</li> <li>SALLEH, Mohamed Abou; PAPAKOSTAS, Ioannis; ZERVAS, Ioannis and CHRISTODOULOU, George. Eletroconvulsoterapia: crit&eacute;rios e recomenda&ccedil;&otilde;es da Associa&ccedil;&atilde;o Mundial de Psiquiatria. Rev. psiquiatr. cl&iacute;n. [online]. 2006, vol.33, n.5 [cited 2014-07-27], pp. 262-267 . Available from: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0101-60832006000500006&amp;lng=en&amp;nrm=iso</li> </ol> Links 2008-06-29T04:44:41-03:00 2008-06-29T04:44:41-03:00 https://www.sospsiquiatria.com/transtornos-de-personalidade/2-uncategorised/18-links.html Dr. Rafael Bernardon dr.rafael@sospsiquiatria.com <p style="font-size: 16px; color: #0033ff; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Revista de Criminologia e Ciências Penitenciárias</p> <p><span style="font-size: small;">A <strong>"Revista Criminologia e Ciências Penitenciárias"</strong> do Conselho Penitenciário do Estado de São Paulo tem um novo portal, com dois números disponíveis e o terceiro previsto para março/2012:</span></p> <p style="text-align: center;"> <a href="http://www.procrim.org/revista" target="_blank"><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/capa-copen-01.gif" border="0" alt="" /></a></p> <h1 style="text-align: center;"><span><span><span><span><a href="http://www.procrim.org/revista" target="_blank">www.procrim.org/revista</a><a href="http://www.procrim.org/revista/index.php/COPEN" target="_blank"></a></span></span></span></span></h1> <p style="font-size: 16px; color: #0033ff; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><a href="http://envelhecimentosaudavel.com/php4/index.php?option=com_content&amp;task=section&amp;id=2&amp;Itemid=45" target="_blank">Demências</a></p> <p>           Parte de interessante site dedicado ao envelhecimento, criado pelo Dr. Thiago de Oliveira Mônaco, que gentilmente autorizou a divulgação.</p> <p> </p> <p><a href="http://www.usp.br/fm" target="_blank"><img border="0" /><img border="0" /> <img border="0" /></a><a href="http://www.usp.br/fm" target="_blank" style="color: #0000cc; text-decoration: underline;"> Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo  </a></p> <p><a href="http://www.usp.br/fm" target="_blank"><img src="http://www.fm.usp.br/images2/fmusp100.png" border="0" alt="" align="left" /><br /></a></p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> <p><a href="https://www.sospsiquiatria.com/www.hcnet.usp.br" target="_blank" style="color: #0000cc; text-decoration: underline;">Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo </a></p> <p><a href="https://www.sospsiquiatria.com/www.hcnet.usp.br" target="_blank"><img src="http://www.hcnet.usp.br/images/titulo_01.jpg" border="0" alt="" style="float: left;" /></a></p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> <p><a href="http://www.hcnet.usp.br/ipq" target="_blank" style="color: #0000cc; text-decoration: underline;">Instituto de Psiquiatria do HC-FMUSP <img border="0" style="border-style: initial; border-color: initial;" /></a></p> <p><a href="http://www.hcnet.usp.br/ipq" target="_blank"><img src="http://ipqhc.org.br/images/Fachada1.jpg" border="0" width="120" style="float: left;" /></a></p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> <p><a href="http://www.abpbrasil.org.br" target="_blank">Associação Brasileira de Psiquiatria</a></p> <p><a href="http://www.abpbrasi.org.br" target="_blank"><img src="data:image/jpeg;base64,/9j/4AAQSkZJRgABAQAAAQABAAD/2wCEAAkGBhAREBEUDxEWFBQVFiAWGRcTGBoWGRgeHxAbHhccHh4aJzIeHhovJBcUITAgJycpLDYtISUyNTUqQTIrLDUBCQoKDQsNGQ4PGjUkHyQ1NSksNDUuLzU1NSo1NSw1NSoyNDUsLC01NC41MTQsNTQ0LCwpKjUuLCkvNSwqKTQtNP/AABEIAEUAVwMBIgACEQEDEQH/xAAcAAEAAgMBAQEAAAAAAAAAAAAABQYDBAcCAQj/xAA9EAACAQMCAwUCCwYHAAAAAAABAgMABBESIQUGMRMiQVFhMpMHFBZCVHGBkaHB0RUjNVKCsxckkqKxwuH/xAAaAQACAwEBAAAAAAAAAAAAAAAABQEEBgID/8QAKREAAQMCBQMDBQAAAAAAAAAAAQACEQMEBRIhMVETgcEG0eEUIiMzkf/aAAwDAQACEQMRAD8A7jStG647axMUlnjRh813VTv02NYflRZfSofeL+tdZXcLnM3lSlKi/lRZfSofeL+tPlRZfSofeL+tGR3CMzeVKUqL+VFl9Kh94v61IwzK6hkIZSMgjcEeBHpUFpG6kEHZe6VqycUhWVYWlUSuMqhI1Eb7gfYfurXvuZLSFyk1xHGwGdLMAcHpUKC9o3KkqVHz8ftUjWV541jc4Vyw0k4JwD9hrNw/ikE6loJUkA2JRg2PuoRmaTErapSlC6XIeeeDC9ur2NB/mIcSxjxkTsl7RPrGzD7RXLStdH5z4jJb8YlliOHRlI90uQfQjIPoa+8z8npfxfH+GLlm3mgHtBvnFR5+OPHqPKmNldBv439khJ6j3gbgn+T4VK5YsRNe20ZHtyBfxqOmUBmHkSPxq1fBfaa+LW4I9jUx9MRn88VocG5VuL66eO3TYOdTn2EGs7k/l1NMzUAeZOgA8oDCWiOfZZ+ROVTfXIDD9xF35T6eCfW2MfVmv0LZKBGgAAAHQbAVAcM4FDYW628G/wA52PV28z+ngMVPQ57IacZ07Z6Zxtn0rG1MTF7ijqTD9rGx3JEp3Rt+jRk7lcs49xiI3txc9oO1guI1jXfdEyJfTq3+2p+W+K8WnaO3a4DWyYVNHQ4IJ1kDFS3BuWFHDXt2kWQzK5aRd1YvnvD8K0uH8rX8EgljlgZ+wWE6w5Hdxvt9Qq3BS0UqgIPJkx391VtaJZWh3JXiJZ4lU5Q6STHg9TgD681buXbR34hcXKQNBC8SoA6hC7A5Laeo+2teLkhysZ7dHlF58ZlYDAyFOUAHQ7+PnV2qQF60KDpl2kQlKUrpMFw34Rv4lcf0/wBpajOA8wz2cmuBsZ2ZTurDyI/PrUn8I38SuP6f7S1Wq8jusjWcW13ObvJXZuTOY7a+leQWojuEXvOApyDt7XteHQ/fU6LqONdMCBB5KAoHnsKp/wAEFpiC5l/mcJ/pQn/vVjrNeocSuLRjGUnRmme0bLW4aDVpB9TdfSc9a3OIq5s5AjKrGMjUxwFyMFifQEn7K0q2uMWxksJkBUFomGWOFGV8T4ClPpYzc1CePIVy8/Wq7a8BugumCXXCodEaOXT3dyulVGA+SQc5GOmDislxw6+UZeRUyNz27BSOyX92uoZDZVzr6+teDwi47OR4pV0O/d0yjbVO+rcdwyZMQ3ztkbmk3Ld86srNqzgkyPqJPYOrAeGjLIRkA+prfJBlMQGlZ7jhN9rQRyCLJZlHakkZXocjvgbeHnmsJ4DeyNG6DsmWIoGeQs+SrhssQTgnQRjYDfyFZLLgd4wy0xcFvaEmQRvlkI3GQVz06bVlseHXvZ3StINZMZCLL0AfMgB6oGUYBO/nQusk7gqb5fhkWJu0bOXYqC/aFVzgKW8SCG/4pUTwTgl3FOhdyIwp7qvqAyznS2dycsp1Dy3pUhXKJJbqIVZ5w5Avbm9mliVNDYxqfB2jAO2PQ1Df4V8R/lj95/5XaKVGUKq/D6L3FxnVV/k/gUlpYrE4HaZZm0nIyWON/qwK2v2a/p99S1KWX2E29+5rqs6aCD8JlRd0WhjdlE/s1/T7698X4e8tnNCuNbxlBnpkrUnSoscIt7B5fSmSI1PwpqvNVuVyqb8tXEczfF3bQ2GZpH+d2qsxVUwozg5GnHTGK1bDhnEQzA69u4S0zEZMcBMik9RlJdtsasDxq7UprCpm2bOhKpbcv3xYa2yihe6srqH06D57NlX32HT1o3L9+EjCyHPcLN2r6tQzqOSd136b+GMVdKUQj6ZnJSlKVKspSlKEJSlKEJSlKEJSlKEJSlKEJSlKEL//2Q==" border="0" alt="" /></a></p> <p><a href="http://www.astoc.org.br" target="_blank">Associação de Portadores de Síndrome de Tourette, Tiques e Transtorno Obsessivo Compulsivo</a></p> <p><img src="http://www.protoc.com.br/wp-content/themes/protoc/imgs/lAstoc.jpg" border="0" alt="" /></p> <p><a href="http://www.abrata.org.br/" target="_blank">ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FAMILIARES, AMIGOS E PORTADORES DE TRANSTORNOS AFETIVOS - ABRATA<img src="http://www.abrata.org.br/site/images/spacer.gif" border="0" alt="" /></a></p> <p><a href="http://www.abrata.org.br/" target="_blank"><img src="data:image/jpeg;base64,/9j/4AAQSkZJRgABAQAAAQABAAD/2wCEAAkGBhQSERQTEhQRFRUVFxcYGRcWFh0cGBkYGBwfGBUZHxkYHCYgGR0jGRgbJC8hJCcpLCwsFh4xNTAqNSYsLCkBCQoKDgwOGg8PGiolHyU1Ly00LSw1NS0qMCw1LDU1LTQtLS4wLC8wLC4yLDUsNDUsLCkvLTEsNSw1LCwpLCwqMf/AABEIAEMAoAMBIgACEQEDEQH/xAAcAAABBQEBAQAAAAAAAAAAAAAAAQIDBAUGBwj/xABBEAABAgQDAwkDCgQHAAAAAAABAhEAAxIhBDFBBSJRBgcTMmFxgZGhUrHBFCM0QmKCkrLC8BUzQ3IkY3ODotHh/8QAGwEAAQUBAQAAAAAAAAAAAAAAAAECBAUGBwP/xAA0EQABAwIDBAcHBQEAAAAAAAABAAIRAyEEEjEFQVFxEyIyYYGR8QYUobHB4fAjNFJi0RX/2gAMAwEAAhEDEQA/APR+VvLM4RYloQFKKanUbByQLDPLjHG4rl5i1/1AgfYSB6lzDOW2K6TGzWySQn8IY+rxjKSGi/D8LgxQZUpy6p3Tw489yohRxeO94qU6ga2leJideHLeu65vdpTFGepalLJ6O6lE+1EfORtWYk4fo1TJf8wulRDtS2TZP6wzm6l7k48VJHkCfjFfnL/of7n6YwW3sdWG1quHaepa0f1B56rU+ylMO6Euv2vqsTCct8ZLynKV2LAUPW8egcieVisYFpmJQlcunqvvAvdjlccdY+fNoYmd8oYFb1ChIJYjSwzfX/yPU+bPFFOMp0WhQ8mUPdEroauEdRL3yHjTh+StHifd8ZRr9HSyup79J46ct69Ygggi0WQVDbOPMqWSkOo5D1J7gInwGLEyWlY1HrqPOKEwLmzlFAQUywZe87Oq62bsYRW5PTDLmTMOrMFx8W8GPnELpXCqJ7Jt4/e6ZN1PM2hN+UdCDLuHBKTlmzPEmztpLXMmSlBLo+sl28op4mVVjwCSHRoSDkdRDtjrKMTNkpLoF31Btmdc2vHk2o7pLkxmI+H5dICZUmD2jOmTJiAZQMuzlJvduNos7F2mqaFhYAUgsWyP7aMfDSVqmYro1FKnLNrvG3jGpycxSVSqQAlSbKHb7XjBQqOLwCTv8b/RDTdP25tQyUikAqJ19kZn1A8YsTcSpUtKpTEqpZ8gDmS3ARnmSucqapIllJeWKnyHWIbir8sJyaxBAXJV1pZPlr6++PQVHGpB0dp4f6lm6WbtCeJyZLynUHektr29kaOGmLFfS07psQCAQzk3/dozMV9Ol/2/BUXdsKJSmUnrTC33RdWXZbxhWOIzkk2MDyQN6i2NtczVLSoMQXSPsnLx/wC41Y5rHBcifLnKCAFbqqHZstez8sdIDD8O9xBa7UfLcladxXh+15gViJxSzGYshuFRio8WtrSqZ81J0mLH/IxUjpjAC1q5+9xDnBd3zdj5qaftj8sU+cvOR3TP0xrc2mGCpE0l/wCZ+kRlc6OHCZklqi6VZm2YyDM/Hwjj+3sBV/6dXEmMsjnoAupeyRE0R3H5FcO0dDyBP+Pk/f8AymOejqebfCFeNSoC0tKlHxFI9TEDDSazB3hdB2gQ3C1SeB+S9chFJcNxhYrY/GiUkKIe4HhqfARq3ENElcuS4XAolvQCHzuT43OcRnZEuuuk1O71F/fEU3apClppunIXqItvANcXOV7Qn8XcEpCSEpqJBNw5DC2bDWPAuo6Wt3JshTTdlS1KrKTUdai/oYlw+BQgEISEg5tmfHOKqtqK6NU0JBSmrM3NNuGphZ+1qSsFL0Jqscy7EdjEjzhc1Ida3kiQpZGypaFVJSQeLm/fe8H8Kl1KWEspTuQSHfPIxHjcYpCQVMN4DdP1bVG40hRtG+Qp6Qy87uNW4OIP0gcsDyRZT4bBJlilAIHBz8coilbJlpXWEmrjUX994gnbXKVLFI3atTekA8PtekOG191CiBvLpcG1LtVlk5FoTPR0tbu0RIUq9kyyqspNXGov77Q9ez0FYWQahkXPlnFY7WLkUhwoJYkg3VSDlcXdxDl7TIlhdIuspzJZiQ9g5yygzUr2HHREhT4vZ6JrVh20ct5PEsiQEJCU5DK7++M6ftgod0psQnrHMor4eHjFmXj3mCWQxKXzyVYlPkc4cH080jXREheb84GxuhxNaRuzt7K1X1h7j96KiOS1ABxM6VI+yTVM/AnLxj0blTsD5XIKAQFpNSCcgcr9hEeRY3CLlLUiYCFJLEH93HbG02fiDXohgdBGvGN0ehWT2hh24esXlsg6cJ3z6heocg8LKRIX0M0zUmYXUUFLEAWYk+fbFHnCk4dZkifPVKasgJRUVOwfOzN6xNzZ/RFf6qvcmMfnYAqw5a7TL8Q6WHh8YyW2zlNSb33/AGhbf2ZbnqUQOrY6brHjK57FY7By0KTh5K5ilAjpJ56r6pQmz8Ccu2Oy5sdkGXJXOUGM0injSl7+JPoI5LkjyRXi1hSgUyUneV7TZpT29ukewSpQSAlIAAAAAyAGQimwFFz3dK4QBotJtrFMpM91puJJu4kzyHpHxTorYxCKSpbsEkHPI52EWYhxkiuWpALVBni3eJaVkSqPzIbruCQBvOkhlHusAYfMlyQQllOpN2qukq147x14w2ZspRVU6Xd8i1k0p10ziSfs8qXXUHCKQWyV7WfpEbK6/VH2TbpikyFADSYpQABLFX1u52hkxcjWot0ntEf5nfpCq2PmAoBJNQzdKmFwX4h/GEVsc3AUkD5wZHKY3bo0IQ/+IRfgnokS+qsqUVIJJL3TbysAONoOkkpKVXY74zI0TV2G484U4BZU5Unq02B6rgnXs9YiOx1bu+NwqKbE5qCgDe4DN4wpDho0IvwTliQSokKclQPWuoslQHbkInRgJakkgFlZ3I1c20vEP8KO85lkKUVEEG93Ad7M5uIml4VYlmXUDYAEu/2n+EK1pnrNCXwUSESVUM5r6pc/VNTPpe7dkMBkcVWqU7qayrkfePrDjsg3FQCaipLO6XIOb9h/FDTsg+0kNUzDJ1hY10ZobD/4hJfglMmTkUqd+qaibJY213T6xJh0yiUhLli4LqIcp4/26GAbPVVXUCresXKQFAWF9CH8YTC7JoUkg9UM4DFQZmN2Ie8KGunshHgtGMTlLyWl4tF92Ykbq/geI90bcET6dR1JwewwQkqU21WljxIK43k9i/kMpUiaCpYWouhiGLNm2kSY7ZyNpTZZUVJlyXKktdVRFnBsN2+sVeUH0iZ3j3CNHkeremBrML+f78IpX4upisSWVYIJKMJVdhXAUjEWHlC6ORh0oSEISEpSGAAYARJBBFsvUmblEEEUMTMWJoSFsFJUpmFqW495hrnZRKaVfjLwOHIMx0G9bWGRNg73f0aK8jakwylEEFbJYEB+rUosNDpE52iqoMdxZQEkAWJYlJ7CDnxERjVY6HXTZBUOGwCk9GpSSoMakNkQkBNnvrftiPD7PXWitJIZAVe70kZvcBwCO7hEox66FEqZSaCWCSkhRYFJ4NobxIrGLBVvOUzEIZhvBTOe+5ytux4xTtr+eiSyhGEWEbqFBQUpffSp0Jz4GEnYOYoroSpKitago23Shmz1V7nhcPtGYpJZQKnSwIF8yctCzA8QYeNpKUFEKYBClhwHcFqT3M3G8J+mQNUWUc/BLPUQQPm2BFnAVUWfK4DwqcIpyaJl0JSMqnCSCansR6xaweNUqYysiCQzNZnHEEE3eIZu1FbzFt6WUZXQpVOvaM+0Q4tp9q6LKxs0KSClScySCzOAALh7E+rRnjArpACFBkgHK5rBFnuyX82i1LnzDMKCturomxIJpZrnt7IZLxUxQQy7rExrJzSLacYU5SAL7xu4hFlp4NDIAZs+zXNhk+bdsTRkSsepVO9SlSVKdhmkAEXHEnygwm0lFSSssFB7Mw3QSDqkvd8mIj3bWbYJ2YLXgggiQnLiOUX0hfh7hGpyPFpn3fjBBFDQ/eHmfqo7e2ujgggi+UhENVLBLkB+6CCBCaJCfZTk2Qy4QqZSRkAO4QQQkBCToEs1KW4MGhTKDuwfi0EEEBCQSE23U2ysLQplA5geUEEEBCUShcsL52zhvydPsp8hBBBAQl6FLuwfi14EyUhmAtlbKCCCAhCpQIYgN3QGULlhextpBBBAQv/Z" border="0" alt="" /></a></p> <p> </p> <p><a href="http://www.na.org.br" target="_blank" style="color: #0000cc; text-decoration: underline;">Narcóticos Anônimos</a></p> <p><img src="http://media.saocarlosagora.com.br/_versions_/uploads/na_s300.jpg" border="0" alt="" /></p> <p> </p> <p><a href="http://www.alcoolicosanonimos.org.br" target="_blank">Alcoólicos Anônimos</a> </p> <p><img src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTpFYnkSI1NPKvD53-rL4WEVUkOcpcmfIoovfj7OPUkXX1t90i4kQ" border="0" alt="" /></p> <p> </p> <p style="font-size: 16px; color: #0033ff; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Revista de Criminologia e Ciências Penitenciárias</p> <p><span style="font-size: small;">A <strong>"Revista Criminologia e Ciências Penitenciárias"</strong> do Conselho Penitenciário do Estado de São Paulo tem um novo portal, com dois números disponíveis e o terceiro previsto para março/2012:</span></p> <p style="text-align: center;"> <a href="http://www.procrim.org/revista" target="_blank"><img src="https://www.sospsiquiatria.com/images/capa-copen-01.gif" border="0" alt="" /></a></p> <h1 style="text-align: center;"><span><span><span><span><a href="http://www.procrim.org/revista" target="_blank">www.procrim.org/revista</a><a href="http://www.procrim.org/revista/index.php/COPEN" target="_blank"></a></span></span></span></span></h1> <p style="font-size: 16px; color: #0033ff; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><a href="http://envelhecimentosaudavel.com/php4/index.php?option=com_content&amp;task=section&amp;id=2&amp;Itemid=45" target="_blank">Demências</a></p> <p>           Parte de interessante site dedicado ao envelhecimento, criado pelo Dr. Thiago de Oliveira Mônaco, que gentilmente autorizou a divulgação.</p> <p> </p> <p><a href="http://www.usp.br/fm" target="_blank"><img border="0" /><img border="0" /> <img border="0" /></a><a href="http://www.usp.br/fm" target="_blank" style="color: #0000cc; text-decoration: underline;"> Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo  </a></p> <p><a href="http://www.usp.br/fm" target="_blank"><img src="http://www.fm.usp.br/images2/fmusp100.png" border="0" alt="" align="left" /><br /></a></p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> <p><a href="https://www.sospsiquiatria.com/www.hcnet.usp.br" target="_blank" style="color: #0000cc; text-decoration: underline;">Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo </a></p> <p><a href="https://www.sospsiquiatria.com/www.hcnet.usp.br" target="_blank"><img src="http://www.hcnet.usp.br/images/titulo_01.jpg" border="0" alt="" style="float: left;" /></a></p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> <p><a href="http://www.hcnet.usp.br/ipq" target="_blank" style="color: #0000cc; text-decoration: underline;">Instituto de Psiquiatria do HC-FMUSP <img border="0" style="border-style: initial; border-color: initial;" /></a></p> <p><a href="http://www.hcnet.usp.br/ipq" target="_blank"><img src="http://ipqhc.org.br/images/Fachada1.jpg" border="0" width="120" style="float: left;" /></a></p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> <p><a href="http://www.abpbrasil.org.br" target="_blank">Associação Brasileira de Psiquiatria</a></p> <p><a href="http://www.abpbrasi.org.br" target="_blank"><img src="data:image/jpeg;base64,/9j/4AAQSkZJRgABAQAAAQABAAD/2wCEAAkGBhAREBEUDxEWFBQVFiAWGRcTGBoWGRgeHxAbHhccHh4aJzIeHhovJBcUITAgJycpLDYtISUyNTUqQTIrLDUBCQoKDQsNGQ4PGjUkHyQ1NSksNDUuLzU1NSo1NSw1NSoyNDUsLC01NC41MTQsNTQ0LCwpKjUuLCkvNSwqKTQtNP/AABEIAEUAVwMBIgACEQEDEQH/xAAcAAEAAgMBAQEAAAAAAAAAAAAABQYDBAcCAQj/xAA9EAACAQMCAwUCCwYHAAAAAAABAgMABBESIQUGMRMiQVFhMpMHFBZCVHGBkaHB0RUjNVKCsxckkqKxwuH/xAAaAQACAwEBAAAAAAAAAAAAAAAABQEEBgID/8QAKREAAQMCBQMDBQAAAAAAAAAAAQACEQMEBRIhMVETgcEG0eEUIiMzkf/aAAwDAQACEQMRAD8A7jStG647axMUlnjRh813VTv02NYflRZfSofeL+tdZXcLnM3lSlKi/lRZfSofeL+tPlRZfSofeL+tGR3CMzeVKUqL+VFl9Kh94v61IwzK6hkIZSMgjcEeBHpUFpG6kEHZe6VqycUhWVYWlUSuMqhI1Eb7gfYfurXvuZLSFyk1xHGwGdLMAcHpUKC9o3KkqVHz8ftUjWV541jc4Vyw0k4JwD9hrNw/ikE6loJUkA2JRg2PuoRmaTErapSlC6XIeeeDC9ur2NB/mIcSxjxkTsl7RPrGzD7RXLStdH5z4jJb8YlliOHRlI90uQfQjIPoa+8z8npfxfH+GLlm3mgHtBvnFR5+OPHqPKmNldBv439khJ6j3gbgn+T4VK5YsRNe20ZHtyBfxqOmUBmHkSPxq1fBfaa+LW4I9jUx9MRn88VocG5VuL66eO3TYOdTn2EGs7k/l1NMzUAeZOgA8oDCWiOfZZ+ROVTfXIDD9xF35T6eCfW2MfVmv0LZKBGgAAAHQbAVAcM4FDYW628G/wA52PV28z+ngMVPQ57IacZ07Z6Zxtn0rG1MTF7ijqTD9rGx3JEp3Rt+jRk7lcs49xiI3txc9oO1guI1jXfdEyJfTq3+2p+W+K8WnaO3a4DWyYVNHQ4IJ1kDFS3BuWFHDXt2kWQzK5aRd1YvnvD8K0uH8rX8EgljlgZ+wWE6w5Hdxvt9Qq3BS0UqgIPJkx391VtaJZWh3JXiJZ4lU5Q6STHg9TgD681buXbR34hcXKQNBC8SoA6hC7A5Laeo+2teLkhysZ7dHlF58ZlYDAyFOUAHQ7+PnV2qQF60KDpl2kQlKUrpMFw34Rv4lcf0/wBpajOA8wz2cmuBsZ2ZTurDyI/PrUn8I38SuP6f7S1Wq8jusjWcW13ObvJXZuTOY7a+leQWojuEXvOApyDt7XteHQ/fU6LqONdMCBB5KAoHnsKp/wAEFpiC5l/mcJ/pQn/vVjrNeocSuLRjGUnRmme0bLW4aDVpB9TdfSc9a3OIq5s5AjKrGMjUxwFyMFifQEn7K0q2uMWxksJkBUFomGWOFGV8T4ClPpYzc1CePIVy8/Wq7a8BugumCXXCodEaOXT3dyulVGA+SQc5GOmDislxw6+UZeRUyNz27BSOyX92uoZDZVzr6+teDwi47OR4pV0O/d0yjbVO+rcdwyZMQ3ztkbmk3Ld86srNqzgkyPqJPYOrAeGjLIRkA+prfJBlMQGlZ7jhN9rQRyCLJZlHakkZXocjvgbeHnmsJ4DeyNG6DsmWIoGeQs+SrhssQTgnQRjYDfyFZLLgd4wy0xcFvaEmQRvlkI3GQVz06bVlseHXvZ3StINZMZCLL0AfMgB6oGUYBO/nQusk7gqb5fhkWJu0bOXYqC/aFVzgKW8SCG/4pUTwTgl3FOhdyIwp7qvqAyznS2dycsp1Dy3pUhXKJJbqIVZ5w5Avbm9mliVNDYxqfB2jAO2PQ1Df4V8R/lj95/5XaKVGUKq/D6L3FxnVV/k/gUlpYrE4HaZZm0nIyWON/qwK2v2a/p99S1KWX2E29+5rqs6aCD8JlRd0WhjdlE/s1/T7698X4e8tnNCuNbxlBnpkrUnSoscIt7B5fSmSI1PwpqvNVuVyqb8tXEczfF3bQ2GZpH+d2qsxVUwozg5GnHTGK1bDhnEQzA69u4S0zEZMcBMik9RlJdtsasDxq7UprCpm2bOhKpbcv3xYa2yihe6srqH06D57NlX32HT1o3L9+EjCyHPcLN2r6tQzqOSd136b+GMVdKUQj6ZnJSlKVKspSlKEJSlKEJSlKEJSlKEJSlKEJSlKEL//2Q==" border="0" alt="" /></a></p> <p><a href="http://www.astoc.org.br" target="_blank">Associação de Portadores de Síndrome de Tourette, Tiques e Transtorno Obsessivo Compulsivo</a></p> <p><img src="http://www.protoc.com.br/wp-content/themes/protoc/imgs/lAstoc.jpg" border="0" alt="" /></p> <p><a href="http://www.abrata.org.br/" target="_blank">ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FAMILIARES, AMIGOS E PORTADORES DE TRANSTORNOS AFETIVOS - ABRATA<img src="http://www.abrata.org.br/site/images/spacer.gif" border="0" alt="" /></a></p> <p><a href="http://www.abrata.org.br/" target="_blank"><img 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