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Sábado 19 Abr 2014
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Escrito por Web Master. Posted in Novidade

        Seja bem vindo ao SOS Psiquiatria. Um site feito por psiquiatras para esclarecer e

informar o público leigo sobre o que há de moderno na psiquiatria. Selecionamos

alguns temas relacionados à Saúde Mental, tentando sanar as dúvidas mais comuns, de

forma simples, curta e direta.

 Image

Obrigado pela visita,

 

 Drs. Rafael Bernardon Ribeiro e

 

 Débora Luciana Melzer Ribeiro.

Escrito por Dr. Rafael Bernardon. Posted in Novidade

       A decisão de procurar um profissional de saúde mental, particularmente o psiquiatra, nunca é fácil. Passa por uma série de mitos, preconceitos e estigmas. A primeira pergunta que muitos se fazem é: "se eu não sou louco, para que procurar o psiquiatra?"

       O primeiro ponto a esclarecer é que a psiquiatria não cuida apenas de doentes sem crítica, que estejam delirantes ou com alucinações. Cuidamos de ansiedade, depressão, instabilidade, irritabilidade, agitação. Enfim, cuidamos do sofrimento psíquico. Todos nós, em maior ou menor grau, devemos experimentar sentimentos de tristeza, angústia, ansiedade, alegria, raiva, irritação. São parte da vida - ninguém pode ser apático, anestesiado. São reações normais ao eventos vitais.

       O limite que faz com que pensemos em doença é o sofrimento prolongado para si e outrem. Quando os estados passam a ser duradouros, comprometendo esferas social, familiar, laborativa e/ou afetiva, devemos pensar em procurar um profissional. Infelizmente muitas pessoas levam anos até iniciar o tratamento - geralmente mais de cinco. Isso pode ajudar a cronificar certos quadros, dificultando seu tratamento.

Na dúvida, busque informações e auxílio.

 

 

 

 

 

 

 


 

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Artigos e Notícias

Nova Resolução CFM Psiquiatria

         O Conselho Federal de Medicina atualizou e compilou todas as normativas sobre atos médicos em psiquiatria em uma única resolução:

 

RESOLUÇÃO CFM nº 2.057/2013
(Publicado no D.O.U. de 12 de nov. de 2013, Seção I, p. 165-171)

Clique na Imagem para texto completo:

A normativa para ECT ficou assim:

CAPÍTULO IX
DA ELETROCONVULSOTERAPIA


Art. 21. A eletroconvulsoterapia (ECT) deve ser realizada em ambiente com infraestrutura adequada de suporte à vida e a procedimentos anestésicos e de recuperação, conforme o Manual de Vistoria e Fiscalização da Medicina no Brasil.
Art. 22. A ECT é um ato médico; portanto, sua indicação, realização e acompanhamento são de responsabilidade dos médicos que dela participarem.
Art. 23. A ECT tem indicações precisas e específicas na literatura médica, não se tratando de terapêutica de exceção.
Parágrafo único. O uso da ECT em crianças (idade inferior a 16 anos) somente deve ser feito em condições excepcionais.
Art. 24. A avaliação do estado clínico geral do paciente antes da ECT é obrigatória, em especial as condições cardiovasculares, respiratórias e neurológicas.
Parágrafo único. Obriga-se o médico a observar as contraindicações formais para a aplicação da técnica.
Art. 25. A ECT só pode ser realizada com anestesia.
Art. 26. Os aparelhos de ECT devem ser máquinas modernas, registradas e certificadas pela Anvisa.
Parágrafo único. O ambiente seguro para a administração deste procedimento está descrito no manual constante em anexo.

ECT manutenção em idosos
Clínica de ECT

      Com satisfação compartilhamos a notícia da abertura do Serviço Eletroconvulsoterapia dos Drs. Rafael Bernardon e Débora Melzer. Maiores informações aqui:  

Matéria ECT Revista Sou+ Eu

A realidade da eletroconvulsoterapia - depoimento da paciente Márcia, tratada no CAISM da Vila Mariana.

Pesquisa sobre ECT

      Sabemos que há grande demanda para eletroconvulsoterapia no sistema público de saúde (SUS), que não é atendida por conta da falta de financiamento federal. São poucos os serviços disponíveis no Brasil (14).Estamos querendo pesquisar quantos são e quem são estas pessoas, para documentar a lacuna no sistema.Se você teve este tratamento indicado ou é familiar de um paciente que precisa de ECT, por favor, responda à pesquisa abaixo:

Revista Criminologia e Ciências Penitenciárias

www.procrim.org/revista 

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